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Curadora Sessenta e Quatro

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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

AS CHAVES DE ENOCH - excertos do livro de Paul White

 
"Nada é mais estranho do que a verdade"

O sacerdote-cientista Enoch, é um patriarca pré-diluviano, um dos personagens mais famosos do ciclo anterior do tempo. Pai de Matusalém e avô de Noé, é creditado na Bíblia como arquiteto do Zion original, a legendária "cidade de Yahweh". (Gen 5:21 a 24)

Nota: É tradição que Enoch não tinha morrido, mas tenha sido levado por Deus para fora do mundo (Sab 4,10, Hebr 11,5), como Elias ( 2R2,3-12).

Os dados conhecidos desse patriarca fizeram dele um protótipo da piedade hebraica e seu nome aparecerá como autor de numerosos textos apócrifos.

A Enoch é creditado também a invenção do alfabeto e do calendário e considerado o primeiro astronauta da história por algumas escolas de mistério, que é "elevado ao senhor" e lhe mostrado "os segredos da terra e do céu". Ele volta à terra com "pesos e medidas" para toda a humanidade.

Conhecido pelos egípcios como Thoth, o "Senhor da Magia e do tempo" e pelos gregos como Hermes, "mensageiro dos Deuses" , ele é mesmo lembrado na tradição Celta como nosso enigmático mago Merlim, que desaparece dentro de uma macieira para a mítica Avalon, buscando o segredo
da imortalidade e prometendo voltar.

Como aqueles que atingem a imortalidade , o segredo de como "podemos nos tornar como os Deuses", Thoth/ Enoch prometem retornar no fim dos tempos "com as chaves dos portões das terras sagradas".

Nos Manuscritos do Mar Morto, revelando os livros apócrifos de Enoch removidos da Bíblia pelos iniciais líderes religiosos, Enoch descreve uma maravilhosa civilização no passado que usou mal as chaves do mais elevado conhecimento e foi incapaz de se salvar do último cataclisma.

Ambos figurativa e literalmente eles perderam "as chaves" , e todo o alto conhecimento. E ainda, Enoch, ao longo de muitas tradições, mesmo a legenda Maia de Quetzacoatal, promete um retorno deste conhecimento no "Fim do Tempo", o fim do presente ciclo de tempo.

As Revelações Bíblicas prometem que "tudo será revelado" no fim do presente mundo, descrevem não apenas uma tecnologia avançada, mas um caminho evolucionário além do nosso estado presente.
 
Um cuidadoso exame dos sítios chave mundiais de pirâmides revelam que eles são sofisticadas estruturas harmônicas, não somente espelhando as posições dos planetas e sistemas estelares, mas destinados a representarem os pontos vitais (chakras) e cavidades harmônicas do corpo humano.

Mesmo cada pedra dentro da Grande Pirâmide é harmonicamente sintonizada a uma frequência específica ou tom musical. O sarcófago no centro da Grande Pirâmide é sintonizado à frequência do batimento cardíaco humano.

Surpreendentes experiências, realizadas pelo doutor Hurtak e seus colegas na Grande Pirâmide e em outros sítios da América do Sul, demonstram que as pirâmides são "computadores geofísicos" ativados pela voz. Ao entrar específicos sons antigos, a equipe científica produziu ondas de luz visíveis acima e dentro das pirâmides e foram capazes de penetrar desta forma em câmaras inacessíveis.

Descobertas subsequentes indicam que os antigos cientistas - sacerdotes empregavam algum tipo de tecnologia harmônica de som dentro das estruturas do templo. O conhecimento sobre Enoch revela a língua mãe como uma "linguagem de ondas".

Conhecida pelos antigos como Hiburu, esta é a primária semente de linguagem, introduzida no início deste ciclo de tempo. A pesquisa moderna confirma, a forma mais antiga de hebraico era uma linguagem natural, as formas alfabéticas emergindo dos padrões de fosfato do cérebro. As mesmas formas, de fato, nasceram de um vórtice giratório.

Esta é uma verdadeira linguagem de ondas e luz , percorrendo nosso sistema nervoso. Codificando as geometrias naturais da forma onda do mundo físico, Hiburu é uma linguagem harmónica mimetizando as propriedades da forma onda de luz.

As "chaves de Enoch" falam , mostram ser sons chave, chaves para serem a matriz vibratória da própria realidade, o mítico "Poder do Mundo". O conhecimento Enochiano descreve equações sônicas codificadas dentro de antigos mantras e nomes de Deus, capazes de afetarem diretamente o sistema nervoso e produzirem um efeito profundo de cura e estados de consciência elevada.

Como é declarado nos textos antigos, "se quer falar com deuses você primeiro deve aprender a linguagem dos deuses", DNA, a antiga cabalística "Árvore da Vida" retratada na Bíblica Torah, está agora vindo a ser vista como uma estrutura vibrante viva, muito mais do que uma fita de registro fixa.

Muitos cientistas modernos falam a respeito do DNA como uma configuração capaz de ser modificada pela luz, radiação, campos magnéticos ou pulsos sónicos.

O legado de Thoth/Enoch sugere esta "Linguagem de Luz" a ciência harmónica dos antigos, pode afetar o DNA.

A evidência no Egito, indica que esta era a grande experiência genética de 6000 anos tentada pelos egípcios, a busca da imortalidade e das estrelas, uma busca descrita pelos grandes da antiguidade, uma busca iniciada por Gilgamesh a muito tempo atrás. Os egípcios não se fixavam no após vida, como pensavam os iniciais tradutores cristãos mas, se concentravam em criar um tipo mais elevado de humano. O conhecimento de Thoth/Enoch implica em que os humanos tinham a intenção de evoluir além da presente forma terrestre, como nos ensina a Bíblia, "Nós podemos nos tornar maiores que os anjos".

Nota: mesmo no Novo Testamento há registos de natureza divina e angelical ( João 10:34 a 38 e Cor 13: 1).

Os egípcios registam histórias de "Caminhantes das estrelas", indivíduos ocasionais que como Enoch, viajaram "Além do Grande Olho de Orion" e voltaram, para andar como deuses entre os homens".

Segundo muitas lendas da terra, estes seres supostamente retornam regularmente, no início e no fim de cada ciclo, o ponto do meio de treze mil anos da nossa orbital zodiacal de vinte e seis mil anos de nosso sistema solar.

AS CHAVES DE ENOCH ( PARTE 1)

O homem através das idades tem tipos diversos, formas de contato com os diferentes nomes da verdade.

As civilizações avançadas como as Hindus, Egípcias, Astecas e Maias, experimentaram insensatamente o aspeto sonoro (Mântrico) da Divindade. Em seus cultos de adoração a seus diferentes Deuses e semideuses invocaram com todo sentimento e devoção a força do Verbo Divino.

O nome de Deus proferido por lábios santificados pelo amor devocional, atua como poderoso elo entre o mundo dos homens e o divino, onde habitam os deuses e seus tronos. Nesta era os Kaliyuga onde a atmosfera espiritual do nosso planeta tornou-se densa e deteriorada é imperativo que nos tornemos canais divinos: na invocação dos santos nomes de deuses. Dos diversos aspetos da divindade que o homem conheceu, o espírito Santo ou Fogo Celestial e para sua consciência objetiva a fonte de conexão mais sutil e perfeita.

Todas as escrituras apontam o Fogo do Coração com o centro de conexão divina do homem ao seu criador, e especialmente nesta era, nos parece ser o caminho mais seguro em direção e evolução da consciência suprema.

Nesse mergulho para dentro, rumo ao espírito divino que somos em essência, inexoravelmente entramos no universo do verbo cósmico, os nomes sagrados são um portal dimensional para os mundos da perfeição.

Foram apresentados 64 grandes nomes dos apóstolos do Cristo, conhecidos como as "CHAVES DE ENOCH" que seriam as línguas do Espírito Santo que desceu em Pentecostes e revelou o dom de se comunicar em uma linguagem divina com todos os mundos.

O QUE ELAS SÃO ?

Estas 64 chaves foram apresentadas a J. Hurtak nos dias 1,2 e 3 de janeiro de 1973 por ENOCH e METATRON para unir nações antes da chamada da irmandade de MELQUISEDEC para realizar a preparação final no descenso dos 144.000 mestres ascensos.

Estas chaves estão divididas em três partes que tem relações com as três principais divisões dos universos  Universos Pai, Universos Filho e Universos Shekinah (Espírito Santo), estas por sua vez atendidas pela direção das irmandades de Miguel, Enoch e Melquisedec respectivamente, as quais dirigem as setenta irmandades que compõem a Grande Fraternidade Branca.

Enoch e Metratron manifestaram esta revelação que ajuda a humanidade nas mudanças quânticas que afetam o nível de inteligência sobre o planeta.

Estes ensinamentos foram dados em forma de chaves, as quais permitem coordenar 64 áreas únicas de conhecimento científico em todas as disciplinas básicas, com o objetivo de dar o salto quântico em direção de uma nova consciência de Luz.

Por ser elas aplicáveis a diversas ciências, nem todos compreenderão as chaves igualmente, assim como pela complexidade, que não pode ser plenamente entendida em nosso tempo presente; portanto elas não interessarão ao mesmo tipo de evolução científica e as consciências, já que funcionam em diferentes níveis de entendimento e se conectam com a totalidade do conhecimento da "Luz".

Elas não devem ser confundidas com ensinamentos através de computadores pensantes nem do poder de informação canalizada, possuem uma ordem especial que permite que se conectem materialmente umas com outras o que permite explicar a interpretação de universos e de como trabalha a inteligência espiritual diretamente através dos enlaces e intercombinações das chaves.

ENOCH fala que as primeiras 54 chaves são o fundamento para os 10 Mandamentos e que as 10 chaves finais irão dar os sistemas particulares de vida, a Ressureição e...espacial da Humanidade coletiva que procederá ao EU SOU o que SOU Universal.

A seguir oferecemos um muito breve resumo da primeira parte das chaves, cujos textos e explicações são mais completos e complexos.

AS CHAVES

Nas três primeiras chaves ENOCH explica que nós fazemos parte de um universo de horizontes ilimitados, somos parte de uma mente de horizontes ilimitados, sendo parte de uma mente de horizontes ilimitados somos parte de uma imagem universal de horizontes ilimitados; por tanto existe uma relação de Universo a Universo e de Universo a muitos Universos. Assim deve se reconhecer todos os Universos a fim de ver seus (YHVH), pois ele não pode ser visto na imagem do teu próprio Universo criativo porque ele está além de toda imagem.

A mente criadora e o EU SOU o que SOU, e existe em múltiplas encarnações da criação superior.

Nosso Universo de energia foi preparado e enfocado através de uma série de funções piramidais interconectantes as quais são formações cristalizadas de ondas biorrítmicas, estas funções intervém na aparição e desaparição da criação de nossa espécie ao longo de todos os Eons e criações.

Na quarta chave ele explica que cada nível de evolução tem uma pirâmide de luz através da qual pode passar a criação humana em seu caminho até a criação maior.

Fala dos MERKABAH (veículo divino usado pelos mestres para procurar chegar até os fiéis nas muitas dimensões divina, e pode ter diversas formas (pirâmide, pássaro, nave, etc.) os quais conectavam as pirâmides chave para que a Luz possa ser usada no desenrolar da seguinte etapa de evolução; também nesta chave revela que as relações biofísicas existentes em todos os processos vitais desde o pequeno átomo de hidrogênio até as formações de quasares-estelares, provam que a pirâmide de luz e a forma geométrica central para toda a evolução biofísica e de consciência.

ENOCH explica que a irmandade da luz constrói reticularmente, pirâmides em vários planetas deste sistema com relação a Saturno os quais estão conectados a cromonotores onde se medem os níveis vibratórios de consciência em um planeta determinado em unidades de 1.000 anos, estes determinam quando podem os mundos de consciência aceitar guias extraterrestres.

As pirâmides maiores em Marte são 10 vezes a área usada pelos cocriadores na retícula piramidal em Giza, a inteligência humana deve ser iniciada nas funções piramidais de luz para poder avançar na seguinte ordem de evolução ou "célula tempo de consciência".

Unindo-se duas pirâmides de luz para formar uma estrela de Davi nasce um novo universo estelar de inteligência.

Na quinta chave nos fala da programação de consciência. Esta programação está conectada com a grande pirâmide.

A grande pirâmide e suas formas de consciência estão alinhadas a pontos estelares específicos, os quais trabalham com as aberrações os tempos na Terra (locais especiais de anormalidades de tempo e espaço) verdadeiros vórtices que produzem alterações não só nas correntes magnéticas da Terra como os que estão dentro do planeta também.

Assim a grande pirâmide de Giza representa o fundamento matemático, Astronômico e Piramidal da Terra. Assim como Israel representa aspiração piramidal espiritual de luz exemplificada por seu povo quando recebeu os 10 mandamentos.

Segundo o "Calendário em pedra" da Grande Pirâmide, que descreve o chamado "Ciclo Phoenix" de nossa órbita galáctica, o presente período de tempo termina por esta época. A palavra grega Phoenix , deriva da palavra PA-HANOK, significa , "A Casa de Enoch".

Na sexta chave nos fala que nosso universo local possui um núcleo de luz triangular de 10 bilhões de anos luz com um veio circundante de 20 milhões de anos luz, este universo foi criado da síntese de luz do universo seguinte. As Plêiades berço e altar de nossa consciência.

As Plêiades são a chave da proto criação física, representam o princípio galáctico da casa Adâmica; de Órion emana a Gnosis, o conhecimento que cria os poderes espirituais do Cristo e seus trabalhadores.

Esta chave nos mostra que as luzes superiores molduram o universo físico o qual está controlado por campos de força de vibração 666 (código vibracional), de modo que os pensamentos puros dos Mestres trabalham com estrelas de vibração de frequência 777. Nas Plêiades para assim poder materializar uma nova Terra e não ser atrapalhados pelas memórias do nosso passado planetário, para assim chegar os humanos a um nível de código vibracional de consciência superior ou sons ao 888.

A sétima chave se refere a Metatron do qual recebe Hurtak ao passar os Portais de Órion.

A principal pirâmide de Luz do controle central em nosso universo Pai e Órion e em nosso universo local que é Sagitário.

As pirâmides astrofísicas atuam como pontos focais para energizar ideias que capacitam as espécies para evoluírem na seguinte etapa de tecnologia. Fala das 70 irmandades de luz que possuem a amabilidade de entender e fazer qualquer tipo de conhecimento espiritual então estas irmandades, de Melquisedech que trabalha com o despertar da consciência e a REPROGRAMAÇÃO de Luz no ciclo de vida dos planetas.

A irmandade ou Ordem de ENOCH que trabalha com os nascimentos científicos e as Chaves necessárias para desenvolver a evolução das sementes estelares assim como para construir pirâmides e retículos piramidais de luz sobre os planetas. A Ordem de Miguel protege os diversos universos através dos Ofanim para que inteligências não transplantem ao azar, nem reprogramem geneticamente as espécies que servem a Lei Cósmica, ou seja a intervenção de Anjos e inteligências decaídas em planetas e universos planetários (exemplos de criações físicas desqualificadas que aparecem na Terra para "tentar aos humanos de modo a testar a humanidade o seu serviço aos deuses espaciais menores ou se compartilhamos Amor Devocional e Hierarquia para a Glória do Pai."

Desse modo estas três irmandades enviam emissários de Luz para conservar e desenvolver os mundos inferiores.

Os líderes são nos seus planetas originais escolhidos e instruídos para trabalhar em determinadas missões, estes também podem ser seres que evoluem de acordo com a evolução natural ao Pai, num lapso de existência de "Alma recém nascida".

Os chamados Mestres Ascensos são aqueles que descem de ordens superiores da Hierarquia Celestial para ensinar em mundos inferiores. Estes somam 144.000 para determinada processão completa de um ciclo estelar, estes períodos são ajustados em Alfa e Ómega. A maneira com que são escolhidos os corpos físicos para receber um Mestre Ascenso depende de seu trabalho anterior em ciclos biológicos prévios. Todos os documentos de luz são chaves para os retículos da Terra, devido a que se perdeu o conhecimento do nome chave para entrar no Altar da Criação Piramidal de consciência por isso estamos "crucificados" a nós mesmos dentro da consciência tridimensional. O homem deve perceber que será salvo só através do sacro ofício ao Cristo sincronizado com o nome de Metatron.

Na oitava chave fala do veículo solar de alta frequência expressado no símbolo do Leão-Sol, a grande pirâmide está em conjunção com um campo de energia piramidal em baixo da Terra com quem conforma um diamante. A grande pirâmide é um enorme computador geofísico e astrofísico.

Quando um homem conseguir abrir a pirâmide Esfinge com a Consciência Superior de Luz e conectadas as entradas de energia da pirâmide e Esfinge uma com a outra haverá completado uma fase de existência. Esta pirâmide foi orientada com Órion, em três trechos dos textos da pirâmide mostra a relação direta de Órion com a pirâmide através do corpo de morte e Ressureição do Mestre Ascenso OSIRIS.

Assim a Pirâmide pode ser entendida como modelo do êxodo da consciência de um tempo Tridimensional dentro dos campos magnéticos da Terra havia evoluções multidimensionais controladas por Órion (SAK, TAK e KESIL). As relações nas dimensões da pirâmide fornecem muitos dados como por exemplo a projeção de equinócios de nosso sistema ao redor das Plêiades, nosso Sol Central maior (dado pela multiplicação da altura x o número pi(3,1416).

A grande pirâmide foi construída de cima para baixo, pela projeção de campos de energia de um veículo de luz (também piramidal) o Merkabah, que estava estacionado em cima do deserto de Giza criando campos de energia circundantes os quais podiam mover linhas de força magnética e seus materiais físicos.

Os lados da base da pirâmide com 365,242, termos sagrados hebreus (medida antiga) não só correspondem ao número de dias do ano solar sendo que também correspondem ao número de anos em que o Mestre Enoch morou na Terra.

Na nona chave diz que assim como em nosso universo tem uma pirâmide de luz com matriz central para a evolução estelar assim também o anti universo tem sua matriz, exemplificada na Terra no cubo preto em Meca. Nosso Universo começou em espiral e não numa grande explosão; a grande criação humana não tem que ser destruída com a morte de seu sol físico nem tem que sofrer o karma do seu sol já que pode transcender seu aspeto solar.

Na décima chave se explica que se usamos as línguas Egípcio-Hebreu-Sânscrito-Tibetano e Chinês, estaremos conectados com civilizações que representam a evolução superior. Assim como a evolução superior desceu a Terra em Ash's na Índia, no deserto Takla Makan, no Tibet, Qm Ram em Israel, On no Egito e o Xin Jiang na China, assim também passaram através de nós quando usamos estas línguas chaves como sílabas sementes para meditação as quais nos conectam com os mestres do controle central de Órion.

Quando usamos estas palavras para ativar as vibrações de pensamentos que influem no terceiro olho, abrimos canais cristalinos em nós para que nossos corpos possam trabalhar diretamente com a inteligência superior através da comunicação de TELE PENSAMENTO.

Na décima primeira chave fala que assim como existe um circuito através do nosso corpo também existe um circuito maior através da crosta terrestre e através de todo o universo imediato.

Com o uso devido dos nomes sagrados dos senhores da Luz, podemos ativar um intercâmbio direto influindo sobre qualquer componente o corpúsculo de inteligência dentro do sistema circulatório do retículo que está ligado a nossa pirâmide de energia.

Na chave número 12 só se refere a consciência do homem o qual deve procurar ser um com a vibração do Cristo.

Quando o corpo físico ainda possui as moléculas do pó da criação surgirão as novas estruturas vibratórias do novo alento divino.

Enoch nos fala nesta chave que existe um campo maior de luz onde nos podemos regozijarmos e assim avançar até o momento de nos regozijar num limiar maior onde nos convertemos em servidores do tempo, o que a sociedade da Terra considera segurança e paz.

Há outra chave, nos diz que o homem funciona como uma membrana pensante entre sistemas estelares assim como o nascimento de novos sistemas planetários.

Virá o tempo quando o homem deverá entrar numa nova "crosta" galáctica no espectro gravitacional maior, isso sugere quando uma civilização sofre severas mudanças gravitacionais e magnéticas ao ter que entrar numa zona eletromagnética nula no seu universo imediato.

Na outra chave se enfatiza o fato de um povo de Deus abrirá seu universo, a aventura não virá exclusivamente por meio daqueles que cominam a ciência e a religião, aqueles que colocam a autoridade entre seus corpos e os dons do Espírito Santo, o povo de Deus que é a síntese vivente de todos os níveis de experiência de consciência progredindo no "EU SOU o QUE SOU", ou seja a elevação não só de um
messias coletivo.

Na décima quinta chave se explica a importância da família, e um mantra o código de proteção no "KODOISH, KODOISH, KODOISH ADONAI TSEBAYOTH" (Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus das Hostes). Enfatizo que onde estiverem reunidos dez fiéis, suas energias unificadas de luz, criam um veículo o qual chama a sua presença, pois guias espirituais os quais levam a unidade familiar coletivamente ao seguinte nível de inteligência onde são instruídos para seguir a Hierarquia.

Na décima sexta chave se coloca que o povo de Deus sobrevive coletivamente, o povo de Deus se comunica com a Grande Fraternidade Branca, o povo de Deus é a cria espiritual que não responde só a uma dimensão somente sendo que corresponde a muitas inteligências.

A tecnologia de formas pensamentos da Grande Fraternidade Branca é necessária para levar a evolução fora de suas condições umbralinas para que a morte planetária seja abraçada na luz, o povo da grande semente galáctica superior e a Grande Fraternidade Branca assim como todos os reinos da matéria.

A progressão da fé no Eu Sou do Pai até o EU SOU o que SOU e a essência da experiência de nossa Alma e esta incorporação de Luz.

Na décima sétima chave explica como nas escrituras são dadas em termos de redenção de uma espécie determinada.

A chave mostra que todas as escrituras sagradas encontradas em nossa zona de tempo de consciência são em definitiva o "EU SEI QUE MEU REDENTOR VIVE". O Redentor pode só viver naqueles que participam do testemunho contínuo do Altar o qual precede a cada emanação das escrituras divinas.

Por esta causa essas escrituras de luz continuarão a serem colocadas dentro das escrituras da Nova Era, pois, serão utilizadas em outros universos.

Por isso cada veículo físico pode olhar seu veículo de ensinamento de redenção na Luz e dizer "EU SEI QUE MEU REDENTOR VIVE".

Na décima oitava chave mostra que todos os níveis da ciência, desde os fundamentos biofísicos até os astrofísicos darão um salto quântico no reconhecimento da inteligência superior.

Estamos presenciando a união da evolução de consciência e a evolução científica, ao unirem-se ambas na "consciência da Luz Vivente" a energia usada pela mente infinita, a criação infinita e a espécie infinita. Onde todas são uma.

A luz vivente será entendida no código EU SOU O QUE SOU (EHYEH ASHER EHYEH), quando a consciência de um EU SOU da evolução superior forma o EU SOU O QUE SOU.

Enoch falou que os maiores campos de criação estelar em nosso universo que podem engendrar novos sistemas de energia são os campos coletivos de energia em Órion. Nesses campos existem fontes de luz que formam campos de definição estelar triangular, que não podemos classificar porque estão além de toda forma de classificação especial que o homem utiliza, explicou que o Plano de Deus não tem fim, inclusive através de nosso universo local o qual continua a se recriar a si mesmo eternamente.

"O homem está condenado a perfeição" e quando compreender isto entenderá porque a Casa do pai tem muitas moradas.

(trechos extraídos de Paul White)

originalmente traduzido por Alfredo Caetano Rosa

adaptado por Curadora64
 
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Integração e fusão com o divino na Meditação


                     



Integração e fusão com o divino na Meditação.


Na meditação  budista , o yogue visualiza a si mesmo criando a integração e a fusão com a figura Divina que encarna virtudes e mais virtudes: amor incondicional, compaixão ilimitada, sabedoria profunda e outras.

Depois de se fundir à divindade, assim como o xamã em sua dança do poder animal, o yogue procura falar e agir como ela.

Em outras palavras, depois de se fundirem a seus aliados, o xamã e o yogue incorporam e expressam suas qualidades.

A dança é muito importante para o alinhamento com o divino – a Alma está “distraída” com a dança e com a música.

 A mente depois de algum tempo vai ficando “anestesiada” e vazia e impregnada pela música “abre o espaço” para o Divino, para o sagrado,  para o despertar da semente do nosso vir a ser; porém, aquele que tem o coração fechado para o Bem, não  despertará  a semente de Deus.

Acredito que a meditação e a visualização de um ser iluminado, Divino desperta a consciência da semente Divina da Alma, do Espírito, Eu Superior e as   qualidades inerentes a um ser iluminado. O nosso vir a ser...

Quando meditamos com a Alma, com a Divina  Presença, estamos entrando no plano Divino Superior e a ligação com nosso Alma nos leva no tempo da nossa evolução que pode acontecer agora.

Realizamos “Ascensão” e nos tornamos divinos, essa possibilidade a Alma busca através de éons.
Eu faço uma meditação que me leva no tempo de 12003 e lá eu me encontro com o meu eu do futuro e sinto a minha consciência expandir e fundir com o meu Eu iluminado do futuro. Dharmadhannyael


 Os tibetanos consideram a divindade yoga como uma das mais poderosas e avançadas práticas de seu grande repertório, o que indica o poder em potencial dessas visualizações.

 Acreditam na sua eficácia a ponto de afirmar que, com a divindade yoga, o praticante pode se tornar um Buda numa só vida e não em “três éons sem conta”. Seja qual for o mecanismo, visualizar a si mesmo fundindo-se a uma figura poderosa e benevolente é uma surpreendente fonte de poder.



Todas as escolas de meditação dão destaque à visualização — uso de uma palavra ou imagem dar foco à mente.

Isso tem um motivo: ao visualizar alguma coisa, o meditador toca numa das maiores forças da espécie humana, que tem na visão o seu meio dominante de perceção.

 O exame de fósseis indica que muito antes do aparato anatômico para a linguagem falada ter evoluído, os órgãos da visão já estavam desenvolvidos e que a comunicação visual foi um importante instrumento de evolução para a espécie humana.

 Gestos e posturas transmitiam mensagens como intenção pacífica, fome, desejos pessoais. A sobrevivência dependia da capacidade de percebê-los e reconhecê-los. Como resultado, uma grande parte do cérebro é dedicada a esse sentido.

 Qualquer coisa que estimule essa parte do cérebro tem um efeito importante sobre nós e sobre nosso comportamento.

Todos nós já tivemos a experiência de reconhecer amigos a distância, só pela sua constituição. E de nos abaixar instintivamente para nos desviar de alguma coisa que passou raspando pela nossa cabeça.

Ao visualizar alguma coisa, o meditador toca numa das maiores forças da espécie humana.

Esse tipo de reação rápida é um sinal de que a parte do cérebro dedicada à visão pode fazer deduções e assumir o  controle do corpo de um instante para o outro, dominando a mente consciente muito antes que ela possa resistir ou registrar alguma coisa.

Os olhos fazem inferências sobre os objetos a partir da forma ou do contorno. Da mesma maneira, o cérebro, sem se dar o trabalho de examinar de perto as diferenças, tende a considerar como semelhantes as ideias, os conceitos e sentimentos de forma e contorno semelhantes.

Faça uma pausa. Limpe a mente, respirando fundo algumas vezes. Medite sobre a seguinte imagem: um limão verdinho, de polpa brilhante, cortado pela metade. Agora medite sobre a sensação de espremer na língua o suco ácido do limão.

Se você chegou a sentir o gosto do limão e se a sua boa se encheu de saliva, ou se você tremeu, não fique alarmado. É assim que a maioria das pessoas reage ao exercício acima.

 E se o limão não lhe provocar essa sensação, deve haver algum outro sabor que a provoca: talvez o anis.

Seja como for, agora você conhece o poder de uma forma especial de meditação, chamada visualização.

Portanto, a simples recriação de uma imagem mental (como o gosto do limão ou a lembrança de uma humilhação) faz com que o cérebro reaja como se estivesse diante do objeto real.

Esse fenômeno explica, pelo menos em parte, a eficácia da fantasia e da afirmação, pois quando imaginamos alguma coisa como verdadeira, parte da mente parece aceitá-la como realidade.

 Como escreveu o Doutor Roger “A imagem mental é claramente capaz de substituir a perceção real: os sujeitos fazem os mesmos julgamentos sobre objetos em sua ausência ou em sua presença...”

É possível que a visualização seja a forma mais antiga de meditação, anterior às mandalas, aos mantras e às meditações silenciosas. É uma ferramenta fundamental da meditação, adotada por quase todas as tradições.

Visualização de Deus
Meditar sobre a divindade é a base da mais antiga e universal forma de meditação. Está no âmago das práticas de meditação budistas, cristãs, muçulmanas e judaicas.

 Nas sociedades mais antigas, como a babilônica e a egípcia, meditava-se sobre a imagem da deusa lshtar/Ísis em toda a sua glória.

Os protestantes meditam sobre Cristo. Os católicos incluíram Maria. Os budistas visualizam os Iluminados. Os muçulmanos meditam sobre Alá. Os seguidores de Zoroastro sobre Zoroastro, os africanos sobre os seus Deuses e Deusas. Os nativos norte-americanos sobre o Grande Espírito. Os hermetistas modernos e os praticantes de Imagick meditam sobre as formas dos deuses e deusas egípcios.

 Muitas mulheres contemporâneas estão entrando em contato com suas raízes meditando sobre a Grande Mãe ou Deusa. Os africanos estão redescobrindo Xangô e outros Orixás.

VISUALIZAÇÃO
 
Um aspeto interessante a respeito da visualização é que ela lhe oferece a oportunidade de visualizar inúmeras coisas relacionadas à sua necessidade, pois não é apenas o seu objetivo que você deverá visualizar.

 O segredo é que quanto mais claras forem suas ideias e significados a respeito daquilo que você está fazendo, querendo, muito melhores serão os resultados de sua
visualização.

Descrevemos agora uma experiência que poderá ser-lhe muito útil:

Tente agora visualizar, ou ao menos, pensar em algo concreto que você conhece, com por exemplo, uma casa numa rua pela qual você costuma passar sempre, ou então,  um monumento famoso (O Cristo Redentor, ou a Torre de Pisa) de usa cidade ou que você já tenha visto inúmeras vezes em fotos ou cartões postais, ou quem sabe, uma serra, ou montanha da qual você particularmente se lembra.

É importante que isso seja fácil de ser recordado, mesmo levando-se em conta que nesse estágio do aprendizado você
ainda não seja capaz de “vê-lo”.

Se quiser refrescar a memória antes de tentar, uma foto ou um quadro contribuirão muito para que a imagem visualizada seja clara.

Feche os olhos e tente “vê-la” o mais claramente possível. Se, por acaso, nesse estágio, você ainda não conseguir ver a imagem nos mínimos detalhes, sabemos que você será capaz de, pelo menos, vislumbrar os seus contornos.

De qualquer forma, tente produzir uma imagem que não exceda a dimensões de uma caixa de fósforos.

A partir do instante em que você conseguir firmar um contorno, ou ao menos, ter a sensação de estar perto do objeto que você está visualizando naquele momento, que pode parecer estar diante dos seus olhos, ou então flutuando em algum ponto dentro de sua cabeça.

 Isso agora não tem importância! Ainda com os olhos fechado, levante um dedo e traga-o até você, tentando tocar o centro de seu quadro mental com ele. Faça esta experiência como se você estivesse olhando um binóculo, ou num telescópio e assim, ao tocar a  lente com o dedo, você estaria manchando e obstruindo a cena.

Você deverá sentir a ponta do seu dedo tocando a sua testa. Onde? Geralmente na área logo acima do nariz, entre as sobrancelhas.

Repita a experiência, assegurando-se de que tocou o ponto certo, pressionando forte o local com a ponta do dedo por cerca de trinta segundos, de tal maneira que você ainda esteja consciente do ponto exato depois de ter retirado o dedo.

Neste momento, você acaba de fazer uma descoberta muito importante, Ao praticar a visualização, segundo as várias técnicas descritas neste texto, você irá descobrir que ficará muito mais fácil, conveniente e eficiente para você atingir os seus objetivos, se desde o início você souber onde está “colocando” o seu quadro.

Preste atenção às pessoas ao seu redor, Toda vez que alguém tenta se lembrar de alguma coisa, ou quando está tentando fazer uma operação matemática difícil de cabeça, certamente você já reparou que as pessoas frequentemente levam os dedos à testa!

É certo também que a habilidade para visualizar não é a mesma em todas as pessoas. Essa capacidade não é a mesma até mesmo numa pessoa em fases diferentes, ou em diferentes estados de saúde.

 Muitas pessoas que, quando jovens, tinham o dom da visualização, depois de adultos sentem que perderam grande parte dessa capacidade, quando não toda.

Não faça apenas que a mente racional quer, descubra os motivos pelos quais o novo objeto deva ser preferido. Não basta tampouco que o novo objeto seja preferível em virtudes de alguma lei espiritual. A natureza emocional, a motivação interna deverá preferi-lo, senti-lo e vê-lo como o seu mais desejado e imediato bem.

O desejo move a vontade que a carência  busca...

É necessário que a personalidade esteja envolvida emocionalmente no processo, alinhada com a Alma. A motivação emocional é importante para a concentração mental.

 Então, ela conseguirá superar qualquer obstáculo – a nível material ou não material – para ganhar, para obter aquele objeto, aquele bem.

Esta verdade não se aplica apenas a algumas pessoas. Podemos afirmar que ela abrange toda a natureza humana.

Ela pode ser uma grande fraqueza (pois, na verdade, a mente racional não poderá nos manter ligados àquilo que a natureza não deseja); como também poderá se transformar em nosso maior trunfo, nossa força, a partir do instante em que colocamos a natureza emocional à nossa disposição, a NOSSO SERVIÇO.

A natureza emocional pode mobilizar nossos instintos espirituais e alinhar nossa Personalidade com a nossa Alma .

Quando estamos com sede, não sossegamos enquanto não encontramos a água.

Para se obter sucesso na visualização simples (requisito preliminar indispensável para a visualização criativa posterior), são necessárias três qualidades:

RESOLUÇÃO
CONCENTRAÇÃO
PACIÊNCIA

São essas as qualidades que as pessoas dizem não ter mais à medida que envelhecem, embora essa teoria seja totalmente errada. Infelizmente, existem muitas pessoas jovens, recém saídas dos bancos universitários, que já demonstram não ter mais essas qualidades como antes.

 Da mesma forma, existem outras pessoas, beirando os oitenta anos que ainda mantêm vivas e atuantes dentro de si essas mesmas qualidades.

 Sem dúvida, a ELASTICIDADE, a FLEXIBILIDADE DA MENTE é uma das melhores receitas para uma vida longa e feliz que o ser humano já descobriu.

Geralmente, a perda dos poderes mentais, por tantos
reclamada, implica tão somente na relutância – inconsciente, ou na racionalidade reativa:

Todavia, a partir do instante em que a natureza emocional REALMENTE CAPTA o objetivo sublime e PLENO DE VIDA da nova empreitada, mas é necessário convencer a Personalidade, com o argumento que ela vai “lucrar” com o processo,  e com o INTERESSE VITAL temos  A GRANDE VANTAGEM de se obter e se recuperar essas faculdades mentais básica;  e serão afastadas definitivamente todas as objeções inconscientes, negatividade,  a timidez, as restrições, e a inércia.

Este texto é resultado de uma pesquisa inspirado em vários autores, Prendice Mulford, Vasant Lad  e outros...
Este texto está livre para divulgação desde que seja citada a fonte :
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