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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

domingo, 30 de outubro de 2016

Arqueologia Proibida: A História Oculta Da Raça Humana

 


Arqueologia Proibida: A História Oculta Da Raça Humana 

By Michael A. Cremo and Richard L. Thompson Published by BBT Science Books, 1996. ISBN: 0-89213-294-9. Hardbound, 952 pages.





INTRODUÇÃO

Em 1979, pesquisadores em Laetoli, Tanzânia, em um sítio da África Oriental descobriram pegadas em depósitos de cinza vulcânica com idade superior a 3,6 milhões de anos. Mary Leakey e outros disseram que as pegadas eram indistingüíveis das humanas atuais. Para estes cientistas, isso apenas significa que os ancestrais do homem de 3,6 milhões de anos atrás tinham pés incrivelmente modernos.

Mas, de acordo com outros cientistas, como o antropólogo físico R.H. Tuttle da Universidade de Chicago, ossos fósseis dos australopithecos conhecidos de 3,6 milhões de anos atrás demonstram que eles tinham pés que eram claramente próximos dos pés de um macaco.Assim, são incompatíveis com as pegadas de Laetoli. Em um artigo da edição de Março de 1990 da revista ‘Natural History’, Tuttle confessou que “estamos frente a um mistério”. 

Parece admissível, portanto, considerar a possibilidade que nem Tuttle nem Leakey mencionaram - que criaturas com corpos humanos anatomicamente modernos, que combinassem com seus pés humanos anatomicamente modernos, existiram há 3,6 milhões de anos atrás na África Oriental. Talvez, como sugerido na ilustração da página oposta, eles coexistiram com criaturas simiescas. Intrigante como possa parecer essa possibilidade arqueológica, as ideias actuais sobre a evolução humana a proíbem.

Pessoas sensatas irão alertar para a consideração da existência de humanos anatomicamente modernos há milhões de anos com base, simplesmente, nas pegadas de Laetoli. Mas há mais evidências. Durante as últimas décadas, cientistas na África descobriram ossos fósseis que parecem consideravelmente humanos. Em 1965, Bryan Patterson e W. W. Howells acharam um úmero (osso do braço) surpreendentemente moderno em Kanapoi, Kenya. Os cientistas avaliaram sua idade em 4 milhões de anos. 

Henry M. McHenry e Robert S. Corruccini, da Universidade da Califórnia, disseram que o úmero de Kanapoi era “dificilmente distinguível do osso de um Homo Sapiens actual”. 

Similarmente, Richard Leakey disse que o fémur ER 1481 do Lago Tukana, Kenya, achado em 1972, era indistinguível do de um humano moderno. Os cientistas normalmente associam o fémur ER 1481, que tem cerca de 2 milhões de anos, ao pré-humano Homo habilis. Mas, desde que o ER 1481 foi achado isoladamente, não se pode descartar a possibilidade de que o resto do esqueleto fosse, também, anatomicamente moderno. De forma interessante, em 1913 o cientista alemão Hans Reck descobriu, em Olduvai Gorge, Tanzania, um esqueleto humano completo, anatomicamente moderno, em um estrato de mais de um milhão de anos, gerando décadas de controvérsias.Aqui, novamente, alguns nos alertarão para que não exagerarmos o valor de alguns poucos e controversos exemplos em contraste com a grande quantidade de evidências não controversas demonstrando que os humanos actuais evoluíram de criaturas simiescas bastante recentemente - por volta de 100.000 anos para cá, na África, e na visão de alguns, em outras partes do mundo também.

Mas acontece que não esgotamos nossas fontes com as pegadas de Laetoli, o úmero de Kanapoi e o fémur ER 1481. Pelos últimos oito anos, Richard Thompson e eu, com a assistência de nosso pesquisador Stephen Bernath, acumulamos um extenso corpo de evidências que desafia as teorias atuais sobre a evolução humana. Algumas dessas evidências, como as pegadas de Laetoli, são bem recentes. Mas boa parte delas foi registrada por cientistas no século dezenove e começo do século vinte. E, como você pode ver, nossa discussão sobre essas evidências podem constituir um livro muito grande.

Sem mesmo olhar para esse antigo conjunto de evidências, alguns assumirão que deve haver algo errado com ele - que foi convenientemente descartado há muito pelos cientistas, por razões muito boas. Richard e eu checamos bem essa possibilidade. Concluímos, no entanto, que a qualidade dessas evidências controversas não é melhor ou pior que as supostamente não controversas, usualmente citadas em favor das atuais teorias sobre a evolução humana.Mas “Arqueologia Proibida” é mais do que um bem documentado catálogo de fatos não usuais. É, também, uma crítica sociológica, filosófica e histórica ao método científico, da forma como é aplicado à questão das origens da humanidade. Não somos sociólogos, mas nossa abordagem é similar à praticada pelos adeptos da sociologia do conhecimento científico (SSK), como Steve Woolgar, Trevor Pinch, Michael Mulkay, Harry Collins, Bruno Latour, and Michael Lynch. 

Cada um desses estudiosos tem uma perspectiva única da SSK, mas todos provavelmente concordariam com o seguinte enunciado programático. As conclusões dos cientistas não correspondem de forma idêntica as estados e processos de uma realidade objetiva natural. Ao invés, tais conclusões reflectem os reais processos sociais dos cientistas, mais do que o que acontece na natureza/meio ambiente.

A abordagem crítica que fazemos em “Arqueologia Proibida” também assemelha-se à usada pelos filósofos da ciência, como Paul Feyerabend, que afirma que a ciência alcançou uma posição por demais privilegiada no campo intelectual, e por historiadores da ciência, como J. S. Rudwick, que explorou em detalhes a natureza da controvérsia científica. Como Rudwick, em “A Grande Controvérsia Devoniana”, usamos a narrativa para apresentarmos nosso material, que engloba não uma mas muitas controvérsias - controvérsias há muito resolvidas, não resolvidas ainda e em formação. 

Para isso foram feitas muitas citações de fontes primárias e secundárias, e fornecidas descrições detalhadas das reviravoltas dos complexos debates paleoantropológicos. Para os que trabalham com disciplinas relacionadas com as origens da humanidade e antiguidade, “Arqueologia Proibida” provê um bem documentado compêndio de relatórios livres das muitas referências actuais, não facilmente conseguido de outra forma.

Um dos últimos autores a discutir o tipo de relatório achado em “Arqueologia Proibida” foi Marcellin Boule. Em seu livro “Fossil Men” (1957), Boule traz uma conclusão decididamente negativa. Mas, ao examinar os relatórios originais, percebemos que o ceticismo de Boule não é justificado. Em “Arqueologia Proibida”, fornecemos material oriundo de fontes primárias que irão permitir aos leitores atuais formarem suas próprias opiniões sobre as evidências que Boule desacreditou. Também introduzimos vários casos que Boule deixou de mencionar.

Das evidências que colhemos, concluímos, algumas vezes em linguagem desprovida do experimentalismo ritual, que as hipóteses actualmente dominantes sobre as origens do homem necessitam de uma drástica revisão. Também concluímos que um processo de filtragem de conhecimentos deixou os estudiosos com uma colecção de fatos radicalmente prejudicada e incompleta.Antecipamos que muitos estudiosos acharão em “Arqueologia Proibida” um convite a discursos produtivos sobre (1) a natureza e tratamento das evidências no campo das origens do homem e (2) as conclusões que podem ser mais logicamente alcançadas a partir de tais evidências.

No primeiro capítulo da Parte I, pesquisamos a história e o actual estado em que se encontram as ideias sobre a evolução do homem. Também discutimos alguns dos princípios epistemológicos que usamos em nosso estudo nesse campo. Principalmente, estamos interessados em duplo padrão no tratamento das evidências. Identificamos dois principais corpos de evidências. O primeiro é um conjunto controverso (A), que demonstra a existência de humanos anatomicamente modernos no ‘não muito confortável’ passado distante. O segundo é um conjunto de evidências (B) que pode ser interpretado como comportando as actuais visões dominantes de que o homem evoluiu bem recentemente, de 100.000 anos para cá, na África, e talvez em outros lugares.

Também identificamos padrões empregados na avaliação das evidências paleoantropológicas. Depois de um estudo detalhado, descobrimos que se estes padrões forem aplicados igualmente para A e B, então devemos aceitar a ambos ou rejeitar a ambos. Se aceitarmos tanto A quanto B, então temos evidências colocando humanos anatomicamente modernos vivendo há milhões de anos atrás, coexistindo com humanóides simiescos. 

Se rejeitarmos a ambos, eliminamos a possibilidade de usarmos a base fática disponível para formularmos qualquer hipótese sobre as origens do homem e a antiguidade. 

Historicamente, um significativo número de cientistas profissionais já aceitou as evidências do grupo A. Mas um grupo mais influente, que aplicou padrões mais rígidos a A do que a B, estabeleceu a rejeição de A e a preservação de B como dominante. Esse uso de padrões diferenciados para a aceitação ou rejeição de evidências constitui um filtro de conhecimentos que obscurece a verdade sobre a evolução humana.No corpo da Parte I (Capítulos 2-6), checamos a vasta quantidade de evidências controversas que contradiz as idéias correntes sobre a evolução do homem. Narramos em detalhes como elas foram sistematicamente suprimidas, ignoradas ou esquecidas, mesmo sendo qualitativamente (e quantitativamente) equivalentes às actualmente aceitas. 

Quando falamos em supressão de evidências, não nos referimos a cientistas conspiradores levando a cabo um plano satânico para enganar o público.

Ao contrário, falamos sobre a existência de um processo sociológico de filtragem de conhecimento que aparenta ser bem inócuo mas que tem, em verdade, um substancial efeito cumulativo. Certas categorias de evidências simplesmente desapareceram, em nossa opinião injustificadamente.

O Capítulo 2 trata de ossos anormalmente antigos e conchas que exibem marcas e sinais de ruptura intencional. Até hoje, cientistas consideram tais ossos e conchas como uma importante categoria de evidências, e muitos sítios arqueológicos foram estabelecidos com base apenas nesse tipo de achado.Nas décadas posteriores à apresentação da teoria de Darwin, numerosos cientistas descobriram ossos animais quebrados ou com incisões, e conchas sugerindo que humanos que usavam ferramentas ou precursores dos humanos existiram no Pliosceno (2-5 milhões de anos atrás), no Miosceno (5-25 milhões de anos atrás), e até antes. 

Ao analisar os ossos e conchas, os descobridores cuidadosamente consideraram e estabeleceram explicações alternativas - como a acção de animais ou pressão geológica - antes de concluir que os humanos eram os responsáveis. 

Em alguns casos, ferramentas de pedra foram achadas juntamente com os ossos e conchas. 

Um exemplo particularmente impressionante nesta categoria é um concha exibindo uma rude, porém reconhecível, face humana esculpida em sua superfície externa. Registrada pelo ologista H. Stopes à Associação Britânica para o Avanço da Ciência em 1881, essa concha, de uma formação rochosa do Pliosceno, na Inglaterra, tem mais de 2 milhões de anos. 

De acordo com os padrões aceites, humanos capazes de tal nível de artifício não chegaram à Europa antes de 30.000 ou 40.000 anos atrás. Além disso, eles nem mesmo surgiram em seu berço, a África, antes de 100.000 anos atrás. Em relação às evidências do tipo reportado por Stopes, Armand de Quatrefages escreveu em seu livro “Hommes Fossiles et Hommes Sauvages” (1884): “As objecções feitas à existência do homem no Pliosceno e Miosceno parecem ser habitualmente mais relacionadas a considerações teóricas do que à observação directa”.

As mais rudimentares ferramentas de pedra, os eólitos (“as pedras da aurora”) são o assunto do Capítulo 3. Esses instrumentos achados em contextos geológicos inesperadamente antigos, inspiraram prolongados debates no final do século dezanove e começo do século vinte.

Para alguns, os eólitos não eram sempre facilmente reconhecíveis como ferramentas. As eoliths não tinham forma simétrica. Ao contrário, a borda de uma lasca de pedra natural era quebrada para fazê-la servir para uma determinada tarefa, como raspar, cortar ou talhar. Frequentemente a ponta ostentava sinais do uso. 

Os críticos disseram que os eólitos resultaram de eventos naturais, como o rolar no fundo de rios. Mas os defensores da outra tese ofereceram contra-argumentos convincentes no sentido de que as forças naturais não poderiam causar o gasto similar ao conseguido na pedra lascada - unidirecional em apenas um lado da pedra. No final do século dezanove, Benjamin Harrison, um arqueologista amador, descobriu eólitos no Planalto de Kent, no sudeste da Inglaterra. 

Evidências geológicas sugerem que os eólitos foram produzidas em meados ou no final do Plioceno, por volta de 2 a 4 milhões de anos atrás. Entre os que apoiavam a tese decorrente da descoberta de Harrison estavam Alfred Russell Wallace, co-fundador com Darwin da teoria da evolução pela selecção natural; Sir John Prestwich, um dos mais eminentes geologistas ingleses; e Ray E. Lankester, um director do Museu Britânico (História Natural). 

Embora Harrison tenha descoberto a maior parte dos seus eólitos em depósitos superficiais de cascalho do Pliosceno, ele também descobriu muitas em níveis mais abaixo, durante uma escavação financiada e dirigida pela Associação Britânica para o Avanço da Ciência. Além dos eólitos, Harrison achou, em vários lugares no Planalto de Kent, ferramentas de pedra mais avançadas (paleólitos) de antiguidade plioscénica similar.

No começo do século vinte, J. Reid Moir, um membro do Instituto Real de Antropologia e presidente da Sociedade de Pré-História da Anglia Oriental, descobriu eólitos (e ferramentas de pedra mais avançadas) na formação inglesa de Red Crag. As ferramentas tinham por volta de 2 a 2,5 milhões de anos. Algumas das ferramentas de Moir foram achadas nos leitos de detritos de Red Crag e poderiam ter entre 2,5 e 55 milhões de anos.

Os achados de Moir ganharam o apoio de um dos maiores críticos dos eólitos, Henri Breuil, então considerado como uma das mais proeminentes autoridades em ferramentas de pedra antigas. 

Outro patrocinador foi o paleontologista Henry Fairfield Osborn, do Museu Americano de História Natural de Nova Iorque. E, em 1923, uma comissão internacional de cientistas viajou até a Inglaterra para investigar as principais descobertas de Moir e as consideraram genuínas. Mas, em 1939, A. S. Barnes publicou um artigo de muita influência, no qual analisava as eólitos descobertas por Moir e outras em termos do ângulo de quebra observado. 

Barnes afirmava que seu método podia distinguir entre o processo de lascar feito por humanos do produzido por forças naturais. Desde então, os cientistas têm usado o método de Barnes para negar a manufatura por homens de outras ferramentas de pedra. Mas, em anos recentes, autoridades em ferramentas de pedra, como George F. Carter, Leland W. Patterson e A. L. Bryan têm contestado a metodologia de Barnes e sua aplicação. 

Isso sugere a necessidade de reexame dos eólitos europeus. Significativamente, ferramentas de pedra muito antigas, da África, como aquelas dos níveis mais baixos de Olduvai Gorge, aparentam serem idênticas aos eólitos europeus rejeitados. Ainda assim, são aceites pela comunidade científica sem questionamentos. Isso se dá, provavelmente, porque elas se encaixam e ajudam a apoiar a teoria da evolução do homem actualmente aceita.

Mas outras manufacturas eolíticas de antiguidade inesperada continuam a encontrar forte oposição. Por exemplo, na década de 1950, Louis Leakey descobriu ferramentas de pedra de mais de 200.000 anos em Calico, nos sul da Califórnia. De acordo com a visão padrão, os humanos não penetraram nas regiões subárcticas do Novo Mundo antes de aproximadamente 12.000 anos atrás. 

Os cientistas acabaram por responder à descoberta de Calico, previsivelmente, afirmando que, ou eram produto das forças naturais, ou não tinham realmente 200.000 anos. Mas há razões suficientes para se concluir que as descobertas de Calico são artefatos de produção genuinamente humana. Embora a maior parte das ferramentas fossem rudes, algumas, inclusive uma em forma de bico, eram mais avançadas.

No Capítulo 4, discutimos uma categoria de ferramentas que chamamos de paleólitos rudes. No caso das eólitos, a parte lascada localiza-se perfeitamente na borda trabalhada de um pedaço de pedra naturalmente quebrada. Mas os fabricantes dos paleólitos rudes deliberadamente golpearam as rochas, lascando, então, os pedaços até alcançar formas reconhecíveis como ferramentas. 

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                            Fonte da imagem

Em alguns casos, rochas inteiras foram lascadas até formarem ferramentas. Como vimos, os paleólitos brutos são encontrados conjuntamente com os eólitos. Mas, nos sítios discutidos no Capítulo 4, os paleólitos são dominantes no conjunto. Na categoria das paleólitos brutas, incluímos ferramentas do Mioceno (5 a 25 milhões de anos) achadas no final do século dezanove por Carlos Ribeiro, chefe do Instituto de Pesquisa Geológica de Portugal. 

Numa conferência internacional de arqueologistas e antropologistas, em Portugal, um comité de cientistas investigou um dos sítios onde Ribeiro havia achado as ferramentas. Um dos cientistas achou um peça de pedra mais avançada que os melhores espécimes de Ribeiro. 

          The Mousterian industry appeared around 200,000 years ago and persisted until about 40,000 years ago, in much the same areas of Europe, the Near East and Africa where Acheulean tools appear. In Europe these tools are most closely associated with Homo neanderthalensis, but elsewhere were made by both Neanderthals and early Homo sapiens.:

Comparável às peças aceites como do final do Pleistoceno, do tipo Mousterian, estava firmemente encravada em conglomerado do Mioceno, em circunstâncias tais que confirmavam sua antiguidade miocénica. Paleólitos brutos também foram achadas em formações miocénicas em Thenay, França. S. Laing, um escritor de ciências inglês, escreveu: 

“Em seu conjunto, a evidência dessas ferramentas do Mioceno parece ser bastante conclusiva, e as objecções parecem não se situarem de outra forma a não ser como simples relutância em admitir a grande antiguidade do homem”. 

O texto prossegue enumerando evidências da manipulação, por parte do "establishment", das convicções dos homens acerca de sua própria história.

domingo, 23 de outubro de 2016

21 gramas

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                                       Dartmoor

Há uns anos atrás, um grupo de cientistas pesou a Alma Humana e definiu-a em 21 gramas.

Sendo o Homem formado por 7 princípios ou corpos e excluindo a Matéria, formada pelo corpo físico, e o Espírito ficam 5 corpos. Esse número 5, ou geometricamente o pentagrama, é que define o Homem.

E esses 5 corpos é que em conjunto formam a Alma Humana. Quem é clarividente pode observá-la e até denominá-la de Aura Humana, já que a Aura é uma manifestação energética da Alma Humana.

É fácil de entender que o Espírito puro precisa de muitas vestes até se poder manifestar na Matéria densa.

O Espírito é acção, luz e poder e a Matéria é inerte, densa e inoperante. A maneira de o Espírito agir e manifestar-se na Matéria é primeiro através do pensamento que vai agir no mundo Mental, depois a Mente vai comunicar ao Mundo Astral a directriz, segundo a força de Energia que possuir esse pensamento, criando ou não uma forma consistente que possa propagar-se no mundo Material.

Tudo se passa rapidamente e eficazmente no plano Mental. Assim que pensamos em algo, nesse plano já existe. Esse é o plano das Ideias ou dos Arquétipos. Tudo o que imaginamos lá fica para utilização futura de alguém.

Já a Energia necessária para trazer uma Ideia para o plano Astral é outra questão. Trata-se do Desejo ou da Emoção associada à Ideia. Para esta função convoca-se o Corpo Emocional. É no plano das Emoções e dos Desejos, dos Sentimentos mais elevados, diria eu, que podemos realizar o nosso melhor Trabalho Espiritual.

Pensamentos e Ideias há muitos, mas saber associar os Sentimentos adequados a elas é o importante. Nesta altura dá-se o verdadeiro trabalho do alquimista. Se associarmos o Amor onde antes havia ódio, raiva e ressentimento conseguimos criar algo de novo; onde antes havia monstros podemos convidar os Anjos a conviver connosco.

Para mim, o trabalho espiritual de cada um acaba aqui. Nada mais é necessário, pois o nosso Mundo Interior modifica-se radicalmente. Temos Paz e Amor mas também algo muito precioso: a Liberdade. Aqueles que nos aprisionavam o Espírito foram-se e foram substituídos pelos Seres Celestiais que nos apoiam e amam incondicionalmente. Esse é o Reino de Deus.

Sei que vocês estão curiosos sobre o resto do caminho de um pensamento. Se a Energia Subtil associada, Energia essa que vem do Plano Mais Alto for suficiente e adequada, o plano Astral vai ser modificado e o que for criado aí, dentro de algum tempo, pode ser manifestado no plano da Matéria.
Tudo isto obedece a rigorosas leis Cósmicas de livre arbítrio e, como é óbvio, deverá sempre ser utilizado para o Bem Comum.

As pessoas começam a aperceber-se da importância das meditações e orações em comunhão, que dirigem os pensamentos de todos para um determinado fim, geralmente é o da Paz…

Acho isto óptimo, devíamos até ter mais grupos; por exemplo, grupos de limpeza do plano Astral, que está contaminado com todas as escórias do pensamento humano.

Penso até que se limpasse o plano astral e se este fosse expandido em pureza e amor do seu nível mais alto, que já raia as bordas inferiores da 5ª dimensão, as doenças, fome e poluição da Terra seriam erradicadas de vez.

Por alguns o fazerem como equipa, regularmente, é que evitamos o pior no plano físico. Agora imaginem se mais alguns se juntassem a nós? E se fossem todos?

Só para terem a noção: os Hators eram um povo que também esteve na 3ª dimensão a explorá-la, tal como nós. 

Eles conseguiram ascender directamente para a 5ª dimensão devido a uma meditação colectiva. A logística deve ter sido mais fácil, eles não eram quase 8 biliões e eram mais espirituais que nós, mas estamos em tempo de cultivar esses dons.

Que assim seja! :)

Recomendo ler o livro: “Poderes do Pensamento” de Omraam Mikhaël Aïvanhov, coleção Izvor, podem encontrá-lo nas Publicações Maitreya.


E… o Curso de Raja Yoga para aprenderem a controlar a mente e o vosso pensamento. :) 

Paz e Amor
Curadora64

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sábado, 22 de outubro de 2016

COMO ES UN SINESTESISTA (PERSONA QUE VE AURAS)



Científicos de la Universidad de Granada, en España, afirman haber comprobado científicamente que es posible ver el aura de las personas.

El aura sería un campo de radiación luminosa que rodea a una persona como si fuese un halo.

Aunque el aura sea usada en procesos de cura por místicos desde la Antigüedad, pocos científicos se aventurarán en el área precisa-mente por el temor de ser asociados al misticismo, por definición algo diametralmente opuesto a la ciencia.


Sin embargo, a medida que los sensores y la capacidad de medir campos de energía mas débiles se van mejorando, las investigaciones realmente científicas en el área han avanzado, sobre todo en el campo del magnetismo, aunque  aún correctamente en el marco oficial de la ciencia académica. 

Aura y efecto placebo

Según Emilio Gómez Milán y sus colegas, algunas personas, generalmente conocidos como “curadores”, de hecho consiguen percibir un campo de energía alrededor de las personas.

Esto, según la investigación, se debe a un fenómeno ya bien conocido por los científicos, llamado sinestesia, un fenómeno neuropsicológico que parece mezclar los sentidos.
Según el grupo, esto puede explicar científicamente la supuesta práctica virtuosa de los curadores: su visualización genera un “significativo efecto placebo” en las personas dolentes, dicen los científicos, que de hecho los lleva a la cura. 

Sinestesia

En personas sinestetas – que presentan la sinestesia – las regiones del cerebro responsables por el procesamiento de cada estímulo sensorial son fuertemente interconectadas.

O sea, los sinestetas tienen más conexiones sinápticas que las personas “normales”.

"Esas conexiones extras hacen que ellas automáticamente establezcan asociaciones entre áreas del cerebro que normalmente no son conectadas”, explica el profesor Gómez Milán.

De esta forma, los sinestetas pueden ver o tantear un sonido, sentir el sabor de los colores, o formatos de las palabras, entre otras innumerables posibilidades.

Lo que las personas que consiguen visualizar auras poseen es lo que los científicos llaman sinestesia emocional.

Cualidades de un místico curador

Los científicos españoles afirman que “ no todos los curadores son sinestetas, pero hay una elevada prevalencia de ese fenómeno entre ellos. Lo mismo ocurre entre pintores y artistas, por ejemplo”.

Ellos estudiaron un médium español llamado Esteban Sánchez Casas, más conocido como “El hombre santo de Baza”. 


Según el análisis de los científicos, la capacidad de Esteban Casas ver el aura de las personas “y, de hecho, un caso claro de sinestesia”.

Aunque según el artículo, el místico presentaría cuatro elementos básicos que explicarían su “poder de cura”.

Lo primero es la sinestesia cara-color, en la cual la región del cerebro responsable por el reconocimiento facial es asociado con la región de procesamiento de colores.

Lo segundo es la sinestesia toque-espejo, cuando el sinesteta, al observar una persona que está  tocada o que está sintiendo dolor, consigue sentir lo mismo.

Lo tercero es una elevada empatía, la capacidad de sentir lo que las otras personas están sintiendo.

Finalmente, el místico haría esquizotipia, un concepto psicológico amplio, que describe un continuo de características de personalidad que van desde estados disociativos normales y estados imaginativos, hasta extremos como la psicosis y la esquizofrenia.



Explicaciones fisiológicas

"Estas habilidades hacen que los sinestetas tengan la capacidad de hacer que las personas se sientan comprendidas, lo que les proporciona una emotividad especial y una capacidad de percibir el dolor (de los otros), “ escriben los científicos en su artículo, publicado en la revista Consciousness and Cognition.

A la luz de sus explicaciones, los científicos concluyen que, “ quizás algunos curadores realmente tengan la capacidad para ver el aura de las personas y sentir el dolor de los otros debido a la sinestesia”, sus efectos curadores se deben únicamente a un “significativo efecto placebo”.
 



( algo más sobre el tema...: )


traducción: Sonia Cecilia (gracias 💙)

terça-feira, 18 de outubro de 2016

LA IMPORTANCIA DE LA ORACIÓN Y DE LAS CREENCIAS EN LA CURA.

                    

La oración es cada vez más importante en éstos tiempos que corren, porque es la manera de nuestro Yo Mayor para saber lo que queremos.

La palabra debe ser alidada a los deseos del corazón en la formulación de nuestras oraciones diarias.

El Yo Mayor sabe todo lo que pasa con nosotros, pero estos son tiempos diferentes hasta para El. Digamos que El también aprende con nuestras experiencias que ahora son imprevisibles.

Sabemos el resultado final – la victoria de las fuerzas de la Luz – pero ninguno sabe como va a ser el proceso, eso es imposible porque las energías están en ebullición y el futuro solo se consigue prever en energías “más paradas”. 

Sin embargo, existen potenciales, que deben pasar por un desarrollo de nuestra consciencia y en un abandono de un sistema de creencias antiguo.

Una de las creencias para abandonar es la de rezar a un Dios fuera de nosotros con El cuál tenemos una unión de inferioridad. No podía ser más equivocado...Tenemos una parcela, porque nosotros hacemos el trabajo difícil y nuestra Chispa Divina nos da todo el apoyo y el Amor.

Cuando comencé a escribir este post, estaba todavía atormentada con pesadillas que  he tenido durante la noche, pero pedí ayuda y puedo deciros que sentí una carga que fue retirada, en la misma hora. :)

Este es un Dios amoroso y compasivo que atiende a mis pedidos, que me informa de lo que necesito hacer en mi mente, porque mi cuerpo ya le obedece hace mucho tiempo.

Hasta ahora estoy hablando sobretodo en la cura espiritual, mental...

Se, sin embargo que algunos se debaten con la cura física. Las dolencias físicas tienen un origen en el alma, aquel pedazo de nosotros que nos acompaña hace Eones con la acumulación de todas las vidas que vivimos. Para curar el cuerpo tenemos que curar el alma pero si conseguimos curar el cuerpo, también curamos el alma.

Podemos tener la certeza de eso...Además existen dolencias del alma que solo podemos curar viviendo en un cuerpo 3D.  La curación de una mordedura de un perro se hace con el pelo de otro perro.

Por eso tengan coraje y procuren la cura a vuestras creencias a la altura, que quiera que sean.

Aunque puedan tener una certeza, nadie os cura; pueden facilitar hasta, mostrarles un camino, pero quién lo recorre son ustedes, nadie más… :)


Así como nadie más puede recorrer el camino de adquirir nuevas experiencias por nosotros, sólo nosotros podemos y cada uno tiene un camino diferente que tiene que ser trillado por uno mismo, no hay sustitutos, pero hay siempre ayudas de nuestros hermanos de camino y la ayuda “especializada”  de nuestro Yo Superior, todo esto 24 horas al día.

Lo que tengo pensado últimamente y tengo una cierta urgencia en la educación permanente de mi mente.

De todo esto que dije antes, ya me di cuenta hace algún tiempo y estoy segura que muchos de vosotros también pero, es preciso poner en práctica siempre y , yo siento que todavía tengo recaídas que necesitan más tiempo del que deberían..


Por eso voy a dedicar más tiempo y cariño a mi propia mente a partir de ahora... :)

Paz, Amor y Luz

traducción: Sonia Cecilia (gracias 💙)

Paz e Amor
Curadora64

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La No Existencia y Dios


Después  de la incorporación de la energía de los Maestros y de alguna de las Energías del Yo Mayor, la experiencia en nuestra vivencia es mucha, porque aquellos “botones” que nos hacen saltar, porque tenemos karma asociado, dejan de estar activos.

Doy mi ejemplo: tengo una persona muy próxima que amo mucho pero, debido a tener karma pesadísimo en conjunto con ella, siempre chocábamos. Me di cuenta - y esa persona también- en estos últimos días de Septiembre, que algo había mudado. Además, yo me encontré tan feliz al notar eso, que mi felicidad todavía la confundió más. Entretanto el Amor venció y en el karma que quemé esta noche, ella estaba presente (junto con otro amigo que me ayudó) y estoy feliz por mi.

Debo decir que ninguna de éstas personas tienen consciencia de estas acciones a nivel del cuerpo ( quizás, yo pienso que en algún nivel sabían algo indefinible) pero yo lo tengo, y estoy agradecida por todo ésto.

Esta es una fase de quemar y/o transmutar Karma o energías densas, porque después estamos más leves para subirnos a otro nivel, o nivel de No-Existencia.

Cuando en Marzo me di cuenta de mi Yo Superior, primer contacto, el primer sentimiento y comprensión fue éste: la inutilidad de la acción y la pérdida de la importancia de Todo-lo-que existe.
O sea, me di cuenta que no era importante nada de lo que hiciese en el momento de  resolver el “gran problema” que pensaba que tenía, ese problema, que, por una conmoción o choque extremo, me condujo al Yo Mayor. 

La muerte – la mía y de los otros- también se vuelve obsoleta y comprendí que aunque nuestro Yo Superior “ necesite” de nosotros (distintos cuerpos en diversas reencarnaciones, en mucha energía inextricablemente mezclada) para saber lo que pasa en el Mundo, en realidad no necesita de nosotros para “ no-existir” y no es afectado por nada que hagamos o no hagamos porque El es la propia No-Existencia...

El – y nosotros somos LO mismo y el UNO – está en un mar de Paz, en que nada lo puede perturbar, en que no se interesa por nada en particular, aunque tenga acceso a Todo-lo-que-Existe así se manifiesta esa Voluntad.

No tengo ni idea de las dimensiones en que esto se pasa, ni tengo nombres altisonantes para darles, se que algunos de vosotros no piensan que esto sea apelativo, porque está muy “fuera” de la materia...

Es verdad, pero pensé que, cuando tuve la primera experiencia de éstas, conté a algunos amigos y ellos la mayoría no entenderían, aunque me oyesen – agradezco el cariño mis queridos – y yo misma pensé, “tengo que ir con calma, no puedo contar esto así a las personas, ni escribir en el blog”...

El que cambió? Pienso que algunos de vosotros, que me van a leer, están casi ahí...”falta así un poquito”...rsrs...;)

Tal vez pueda ayudar a alguien, al deciros que es a través del desapego de Todo lo que pertenece al Mundo y a través de quemar y/o transmutación de karma que se llega ahí, pero estas energías que llegan ahora, a través de los últimos portales, también ayudan mucho.

Hoy es día 1 de Octubre, parece que llueve en el Mundo entero, limpiando y limpiando Todo y, este mes es un mes intermedio y de acomodación de las energías de Septiembre y Agosto.

Octubre también va a servir de preparación para Noviembre. No es preciso ser astróloga para saber que, este Noviembre va a ser especial, sobretodo para la transformación interna.
Además otra cosa, tal vez tiene curiosidad de saber como es la Existencia después de saber, o mejor visión, de lo que es la No-Existencia.

Aprendemos a estar en vigilancia y con humildad, atentos a lo que nuestro Yo Superior desea de nosotros porque el Ego pierde fuerza y sale de escena pero, no quiere decir que no tengamos desafíos y que cese nuestra evolución como seres humanos.

Aunque, a nivel de nuestro Yo Mayor las emociones cesan, para nosotros no es así, se percibe todo como una pieza de teatro, es imposible desconectar completamente las emociones.

Nos quedamos un “poco insensibles” o indiferentes, al comprender ciertas cosas que los que están aún “en escena” no entienden…es que nosotros vimos toda la escena, somos los directores y ellos solo los actores, pero eso no quiere decir que al comprender  lo que pasa no ejerzamos la Compasión que de ahí vienen...

Este es sólo un nivel más, del que los hindúes hablaban (Nirvana) y sobre el cuál Paulo de Tarso dice: “ El Inefable no me necesita pero yo no vivo sin El”.

Paz, Amor y Luz

traducción: Sonia Cecilia (gracias 💙)

Paz e Amor
Curadora64

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El Yo Mayor y las Nuevas Energías

                               

Todos sabemos que las nuevas energías están al llegar a la Tierra que por conjunciones astrológicas raras, son canalizadas a través de nuestro sol, vía centro de la galaxia.

Estas energías van a cambiar las mentalidades y como consecuencia nuestra vida en la Tierra va a cambiar también.

No es preciso creer en la Ascensión para ver que algo de nuevo está ahí, flotando en el aire y podemos sentirlo igual aunque no seamos sensitivos.

No recuerdo ver tal lucha, de tanto desasosiego y de tantas revoluciones en el mundo, desde los años 70...


Existen muchas opiniones sobre lo que está por acontecer como seres humanos durante este proceso. 



                          



El Cambio

Aquello que todos vemos en el aspecto material es un enorme proceso de pérdidas de bienes, cambios de carrera, desempleo y cambios de estatus profundos.

Aquello que nos gustó antes, ya no es más aceptable, ya sea en términos de alimentación, amistades, hobbys y hasta trabajo.
Las relaciones que parecían estables y profundas se han roto y sustituidas por otras que parecen muy improbables.

Yo tengo mi opinión...

Como siempre veo todo en términos energéticos y se que físicamente, en 3D dos cosas no pueden ocupar el mismo espacio al mismo tiempo...

Por tanto, existen cosas y situaciones que serán sustituidas en este proceso, y cosas y situaciones diferentes tienen energías diferentes asociadas, en último análisis es éso lo que las distingue.

Las nuevas energías son cada vez más altas, tienen una frecuencia mayor, por eso existe cada vez más gente que toma consciencia de su Yo Superior y ve que la vida que llevaba antes ya no sirve más.

Para algunos esa consciencia es dramática, y su Yo Superior tiene un nombre importante y se presenta con alas teniendo por lo menos 8 metros de altura.

Para otros es un proceso suave...El nos dice (sólo lo sentimos, no lo vemos bien, aunque sabíamos que el y nosotros somos UNO) que siempre estuvimos juntos, está allí para nosotros, como siempre estuvo y quiere conversar.

Estas diferentes versiones del primer contacto, dependen del “gap” (la diferencia) entre las energías del cuerpo físico y las energías del Yo Mayor.

De cualquier manera, esa consciencia, aunque sólo sea un vislumbre, revuelve nuestra vida inexorablemente y sabemos que tenemos que cambiar “TODO”.
                       

Cultivando la convivencia con el Yo Mayor

Sin embargo, vivir aquí en la Tierra no es fácil, las energías todavía son bajas y estamos todos por pasar un mal trago, con la liberación de energías densas, en éste proceso de sustitución.

Por eso la solución es cultivar la convivencia con el Yo Superior el máximo posible. El no sólo nos va a ayudar a acomodar las energías cada vez mayores, como nos va a consolar en tiempos de tristeza y juicio.

Algunas religiones y credos lo llaman el “Gran Consolador” y el “Espíritu Santo”. Esto es absolutamente correcto y apropiado pero, yo prefiero no usar éstos términos para mi propio Yo Mayor y le doy un apodo muy privado y cariñoso.

Así mantengo una mayor proximidad y familiaridad pues la primera cosa que el me hizo sentir es que éramos UNO y LO mismo...

Los yogas decían que esta es la fase de dejar de pensar en términos del YO para pensar en NOSOTROS.

Lo que se hacía antiguamente era rezar a “Algo” más poderoso y exterior a nosotros, en retiro privado y sosegado.

Bueno, ahora podemos conversar en cualquier situación y tenemos la certeza que en lo mínimo sentiremos la respuesta apropiada... 

Cómo?



La energía de la conclusión del proceso mental, aplicado como pensamiento sobre algo, va a dejarnos en Paz con nosotros y con el Mundo y esa es la mejor respuesta para nuestros dilemas cotidianos.

Infelizmente las personas perdieron ese hábito de reflexionar sobre sus asuntos en paz y sosiego.

Una mente ordenada está siempre más preparada para enfrentar los desafíos diarios.

Se pensaba que la solución era más espectacular, piense de nuevo...es de una simplicidad muy delicada y amorosa.

No estamos solos, nunca lo estuvimos, ni nunca lo estaremos...;)))


Consejos Básicos

Un cuerpo sano tiene más hipótesis para acompañar estas mudanzas energéticas con éxito.

Cuídese, como alimentos con más energía, más frescos y con menos químicos, haga ejercicio regular, conviva con los amigos y personas que le hacen bien al alma y evite el contacto prolongado con fuentes de campos electromagnéticos de baja frecuencia.

Esto último es muy importante y aún muy desconocido.

Todos los que me leen tienen ordenador y pasan mucho tiempo usándolo de diferentes maneras.
 
Si es parte de su trabajo, es difícil cambiar porque es su modo de vida, pero haga pausas frecuentes, estire las piernas, de preferencia a la calle o al aire, al viento...

Si tuviera algún árbol cerca del trabajo, colóquese debajo en la hora del almuerzo, si trabaja cerca del mar pasee y mire el verde azulado de éste.

El viento, la energía del mar y de los árboles y el verde de ambos va a ayudar a restablecer su propio campo magnético.

Puede también hacer el *ejercicio de creación de la armadura*antes de ir a trabajar.

Otros electrodomésticos y hasta máquinas, tienen el mismo efecto en nuestro campo electromagnético debilitándolo.

Debemos cuidar de nuestro campo electromagnético todos los días, intentando restablecerlo para el bien de nuestra salud mental y física.

Este campo electromagnético privado es lo que permite nuestra conexión al Universo y al Yo Mayor...así como el hecho de mantenernos vivos en 3D.

Todos  lo tenemos sea él más o menos fuerte.

La conexión al Universo es subestimado también, porque no pensamos en el Universo como energía y en la energía como información y sustento.

Somos hechos de manera que tenemos acceso a TODO eso.

Sin embargo no todo nos interesa, por éso tenemos a nuestro Yo Mayor para guiarnos y discernir sobre lo que nos conviene.

No necesitamos que otros nos guíen, tenemos a nuestro Yo Mayor o Capitán de nuestra Alma. (1)

Sin embargo, debemos estar atentos a las señales que nuestros hermanos nos muestran, porque parece que así nos habituamos al pensar en términos de NOSOTROS, todos tienen un mensaje para darnos (hasta la Naturaleza).

Por eso, debemos estar atentos y usar nuestro libre albedrío, decidiendo después lo que es mejor para el Bien Común...
________________________________


(1)           SEA CUAL SEA ES DIOS YO SOY EL MAESTRO DE MI DESTINO Y EL CAPITÁN DE MI ALMA. .   Frase de Nelson Mandela inspirada no poeta Henley 





traducción: Sonia Cecilia (gracias 💙)

Paz e Amor
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