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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Transformando emociones en sentimientos

Monte Aconcagua, Argentina

Cuando se entiende que las emociones pertenecen a la mente instintiva y están asociadas a los cuatro chakras inferiores y los sentimientos a los tres chakras superiores, gran parte del trabajo de transformación / transmutación ya está hecho. Las emociones básicas del ser humano tienen que ver con preservación y supervivencia y se basan en la ilusión de la separación de la fuente y del Universo manifestado.

Cualquier emoción básica al ser transmutada en sentimiento va a tener como resultado final la Re-Unión con nuestros Aspectos superiores y con los Aspectos superiores de nuestros Hermanos de las Estrellas.

Resumo de las emociones básicas al abandono, escasez y orgullo.

El abandono asume varias formas: traición, celos, tristeza, desesperación, baja autoestima, etc, etc ... (hay miles de facetas de esta y de las otras emociones).

Con la escasez viene la ansiedad, el estrés, la inquietud y la desesperación también. La mezquindad o visión restringida es una constante y, a veces, también la envidia que no es sino el celo disfrazado. Es así que el abandono y escasez se tocan y con certeza ambas emociones son gemelas verdaderas.

Si observamos y analizamos nuestras emociones más básicas, en lugar de dejarlas controlar nuestra vida, vamos a empezar a reparar en las incongruencias y los absurdos.


Conforme vamos subiendo en los niveles energéticos, o chakras, percibimos que son varias formas del mismo: la ilusión de la separación - o la ignorancia de la noble verdad de la UNIDAD - y subiendo de la noción de la percepción material (supervivencia), pasando por la percepción energética (integridad) por la percepción emocional (empatía) y finalmente por la percepción intelectual (comprensión), logramos entender el absurdo de las diversas perspectivas del mismo, en que nadie tiene razón, en este círculo sin principio ni fin.

Es en esta fase que debemos elevar y subir al 5º nivel del "juego". Y cuando hablo de subir es literal y absoluto: es la entrada en otro mundo, en la que vemos de fuera ese teatro de las emociones básicas y, ya no le hallamos atractivo ninguno.

Las pantomimas y trampas del ego nos enojan y sólo queremos sumergirnos en ese mundo de Paz y Amor que vislumbramos. Nos damos cuenta de que cualquier emoción se convierte en sentimientos de Armonía y Unión.


Dejé el orgullo para el final y propósito. Es este que nos impide entrar en la Puerta Celeste del 5º Chakra y escuchar la Voz de Dios en canciones que cantan los Ángeles, haciendo la reunión con nuestros Aspectos Divinos.

El orgullo es la última emoción a ser transmutada porque cuanto más evolucionamos, en el ámbito de los cuatro chakras inferiores, más nuestro ego "se halla".

Generalmente ya asumimos nuestra faceta de curadores y tenemos algún éxito. Comenzamos por aceptar mal que otros nos digan qué hacer, pensamos que lo sabemos todo y que somos la mayor manifestación del planeta.

Es inevitable pasar por eso ... todos pasamos porque fue el orgullo que nos hizo caer "tarde y a las malas horas" en la materia, yendo contra y atrasando el plan Divino.

Debemos colocar ahí nuestros ojos: es el orgullo que nos hace querer controlar todo en nuestra vida ... y en la de los demás ... :(

Es necesario aprender a crecer interiormente, manteniéndonos humildes y receptivos por fuera.

Todos somos igual porque somos UNO. La forma, las capacidades y la belleza son aparentes y dependen del sujeto que observa.

La VERDAD sólo es visible desde el 5º chakra y sólo se siente a partir del 6º porque reside en el 7º.

Pidan ayuda en la superación del ego a su YO SUPERIOR, su Aspecto de la 6ª dimensión, 6º chakra, a los ángeles o Seres Celestiales que habitan en regiones superiores a la de la dimensión 6ª y ... ¿por qué no? ... a DIOS que vive dentro de vosotros.

Dedico este post a mi abuelo que partió, hace hoy, 17 años y a Mário-Zé, más recientemente, hace apenas 10 días ... muchos saludos y mucho amor.

Paz y Amor
Curadora64

traducción: Sonia Cecilia (gracias 💙)

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As influências e as 7 leis herméticas


Este é um assunto pertinente e ainda bem que cada vez mais pessoas tem dúvidas sobre a esfera de influência dos seus actos e pensamentos, é sinal de evolução espiritual.

Algumas pessoas não estão apenas curiosas mas também confusas e não há necessidade disso porque na verdade é muito simples.

Existem leis na Natureza que não podemos deixar de respeitar e uma delas, talvez a principal, é a do livre arbítrio. Por isso não devemos influenciar deliberadamente ninguém e por isso a primeira observância dessa lei diz-nos respeito directamente.

Devemos, antes de mais, fazer respeitar estas leis todas em nós mesmos. No que nos diz respeito temos direito à nossa individualidade e a todas as decisões que dizem respeito à forma como vivemos a vida que nos foi confiada.

Só na idade adulta começamos a ter um vislumbre das responsabilidades e deveres que tudo isto acarreta.

A primeira responsabilidade é apercebermos-nos da 7ª lei hermética: a lei de causa e efeito – o karma.

Qualquer acção tem uma reacção correspondente e somos responsáveis pelo efeito se fomos nós que originámos a causa.

Contudo, não devemos ficar estáticos, como aconteceu com alguns povos do oriente que não se mexiam por forma a não gerar karma negativo, porque isto também vai gerar karma negativo... (a 3ª lei hermética do movimento permanente tem de estar em acção sempre).

Então, temos de ter a coragem de agir sempre o melhor que sabemos na altura. E, tal como iniciamos a nossa vida tendo de aprender a andar e a falar, aprender a agir com sabedoria passa pelo mesmo processo de tentativa-erro.

Até aprendermos que as influências através do mundo material, ou influências simples, não geram (quase) karma, apenas as influências egóicas o fazem porque agem em primeiro lugar na 1ª lei hermética: "O Todo é Mente; o Universo é mental".

Ou seja, agem no plano mental e, a esse nível, as influências tornam-se mais sérias e duradouras agindo de “cima para baixo”, abusando da 2ª lei hermética – a lei da correspondência: "O que está em cima é como o que está embaixo. O que está dentro é como o que está fora".

Este género de abuso pode raiar a magia negra e muita gente não tem noção disso.

Por acharmos que algo é bom para nós queremos sempre impor o mesmo aos outros companheiros de caminho. Neste ponto lembro-me sempre da lição da borboleta…


Se já evoluímos o bastante para sentir o chamado do serviço – é como diz a palavra, é serviço, e se observarem bem alguém que serve vão perceber que ela se despiu do ego para o fazer, a ponto de ficar praticamente invisível – devemos ter a sabedoria de perceber que cada pessoa precisa de um tempo próprio e tem de aprender lições específicas.

Temos também de entender que na verdade no Universo é tudo igual e homogéneo, apenas varia o ponto de vista e a consciência sobre as partes. Ou seja, a dualidade é aparente (4ª lei hermética – a lei da polaridade); tudo o que sobe vai descer e o que dilata vai contrair (5ª lei hermética – a lei do ritmo).

Se não ressoarmos interiormente com as mudanças externas já aprendemos que somos entidades criadoras - e geradoras de energia – e que apenas se deve manter a distância entre o princípio masculino e o princípio feminino para haver Criação; assim como para destruirmos/transmutarmos algo devemos aproximar os dois princípios. E esta é a lei do género: a 6ª lei hermética.

E para finalizar…

Quanto mais apurada for a consciência, ou mais desenvolvida for a pessoa espiritualmente, melhor percebe as leis herméticas - e percebe também outras leis do Universo, a outros níveis, vivenciando-as com toda a sua alma – e, como tal, sabe pensar e agir respeitando-as sempre e cada vez mais…

Paz e Amor
Curadora64

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Notícias do Mundo


As notícias continuam a dar muita alegria a uma parte da população tal como a Victor Constâncio, do Banco Central Europeu (BCE), disse há pouco que os países da União Europeia estão a melhorar, isto é, a aumentar o seu sistema financeiro.

Depois desta afirmação, os habitantes continuam a quererem ser administrados por estes políticos tão experientes.

Mas depois ficamos a saber que a pobreza na União Europeia, com as notícias dadas em Portugal e na Espanha, continuam a aumentar e que em Portugal, por exemplo, o sistema de saúde está a ser cada vez mais elitista. Portanto é natural perderem os mais pobres não terem acesso à saúde.

Sabemos que isto não se passa só em Portugal, na Espanha e na União Europeia. É em todo o mundo que isto está a acontecer e a melhoria está a atingir apenas os políticos, porque vemos que os pobres, ou estão sem qualquer subsidio e a passarem fome, ou estão a receber o rendimento mínimo que nada os alimenta ou fazem viver.

A classe média está também a empobrecer, pois a maioria dos pensionistas recebem muito pouco e pouco lhes dá para viverem (em Portugal a grande maioria recebe menos de 300 euros por mês) e os trabalhadores que são desempregados de longa duração, já deixaram de receber um pequeno subsídio de desemprego e agora nada mais recebem.

Como estas pessoas podem viver?

Sabemos que em todo o mundo a pobreza continua.

Também sabemos que há entidades e países que querem mudar o sistema financeiro para alterar o antigo sistema (ainda actual) que sempre colaborou na austeridade, na pobreza e na fome. 

Com este novo sistema quer-se distribuir por todo o mundo grandes quantidades de ouro e riquezas para que os países possam finalmente ajudar todos os seus habitantes, por igual, com um vencimento que dê a todos a possibilidade de viverem acabando assim a pobreza. Querem também distribuir novas técnicas que estão há muito descobertas para ajudarem a saúde e o nosso dia-a-dia.

Podemos pensar em outras coisas que actualmente os políticos estão com medo de falarem. Isso vai, certamente, deixá-los mal perante a maioria da população. 

Os extraterrestres há muito que esperam que a mudança se faça, porque eles têm a certeza que a mudança se vai fazer. Isto está determinado há muito tempo. E depois disso eles vão-se juntar a nós e trazer-nos a ajuda imensa através de técnicas extremamente avançadas que nós ainda desconhecemos. Claro que ninguém acredita nisto principalmente porque os políticos não querem que acreditemos.

Há duas vertentes hoje que estão em luta: uma delas são os países que querem melhorar a vida. A outra é a elite que continua a querer continuar no comando e a fazer do mundo uma escravatura do resto da população. Esta última vertente, podemos dizer agora que está entregue a Rotschild, em conjunto com outras facções da elite.

Sabemos que Rotschild vai perder. Mas quando?

Esperemos que este ano tudo aconteça e que os países, principalmente os do Ocidente, saibam que vão ter de mudar, e quando mais depressa isso acontecer, melhor para a maioria da população.

Mas será que os actuais políticos sabem? Eles não têm noção nem sabedoria suficiente para serem políticos de agora. Apenas são paus mandados que querem valer-se do poder para ganharem grandes quantidades de riqueza.

Pobre gente. Como isso lhes vai correr mal. Mas nós, continuamos à espera da mudança.   

por Raposa*
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*O que escrevo é o resumo da consulta de várias fontes, 
principalmente o Russia Today (RT), Telesur, France 24, TVE, Hispan TV e outros noticiários televisivos nacionais (Portugal) e estrangeiros. Também são fontes fiáveis: o Espia digital, Fulford e Rafapal. 
No entanto, destes dois últimos, aproveito apenas o que pode ser confirmado como verídico (através das imagens das fontes televisivas) ou por qualquer outro método confiável. 

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

As sete raças-raízes


Como percebemos nos textos sobre Antropologia Gnóstica, a Evolução de uma Alma Planetária, ou seja, o conjunto de todas as Essências espirituais que se manifestam em um planeta, é de certa maneira semelhante à Evolução de um indivíduo.
Uma alma individual se reencarna, passa de um corpo a outro. A Alma Planetária passa de um planeta a outro de acordo com Leis predeterminadas pelos Deuses siderais.
E como se processa a Evolução de uma humanidade em um planeta? Como a da Terra, por exemplo?
Uma humanidade planetária nasce, evolui e se desenvolve, evoluindo e involuindo em sete etapas planetárias definidas com grande precisão matemática. Essas sete etapas são didaticamente chamadas de Sete Raças-Raízes, ou Raças Planetárias.
A vida que evoluiu e involuiu em um antiquíssimo planeta, que hoje é a nossa desolada Lua (chamada também de Terra-Lua ou Terra-Selene), reencarnou-se no planeta Terra. Aqui, numa nova etapa,  deverá evoluir e involuir, formando ao todo sete expressões civilizacionais, chamadas esotericamente de “7 Raças”, que, sob o ponto de vista teosófico e gnóstico, são:

PRIMEIRA RAÇA-RAIZ OU PROTOPLASMÁTICA

Habitou o que hoje conhecemos como a Calota Polar Norte, a Terra de Asgard, citada em antiquíssimas tradições como a distante Thule paradisíaca dos nórdicos e dos astecas, a Ilha de Cristal.
A Raça Polar (como também é chamada esta poderosa Raça) se desenvolveu em um ambiente totalmente distinto ao atual. Naquela época a Terra era propriamente semietérica, semifísica, as montanhas conservavam sua transparência e a Terra toda resplandecia gloriosamente com uma belíssima color azul etérica intensa.
Produto maravilhoso de incessantes evoluções e transformações que outrora se iniciaram desde o estado germinal primitivo, a primeira Raça surgiu das dimensões superiores completa e perfeita.
Inquestionavelmente a primeira Raça jamais possuiu elementos rudimentares nem fogos incipientes. Para o bem da Grande Causa, lançaremos em forma enfática o seguinte enunciado: “Antes que a primeira Raça humana saísse da quarta coordenada para se fazer visível e tangível no mundo tridimensional, esta teve de gestar-se completamente dentro do Jagad-Yoni, a “matriz do mundo”.
Extraordinária humanidade primigênia, andróginos sublimes totalmente divinos, seres inefáveis mais além do bem e do mal.
Protótipos de perfeição eterna para todos os tempos, seres excelentes semifísicos, semietéricos, com corpos protoplasmáticos indestrutíveis de bela cor negra, elásticos e dúcteis, capazes de flutuar na atmosfera.
Com o material plástico e etéreo desta Terra primigênia foram construídos cidades, palácios e templos grandiosos. Resultam interessantíssimos os Rituais Cósmicos dessa época. A construção dos Templos era perfeita. Nas vestiduras se combinavam as cores branca e preta para representar a luta entre o espírito e a matéria. Os símbolos e objetos de trabalho eram usados invertidos para representar o Drama que se projeta nos séculos: o descenso do espírito até a matéria. A vida estava até agora materializando-se e deveria a isso dar-se uma expressão simbólica. Sua escritura gráfica foram os caracteres rúnicos, de grande poder esotérico.
É ostensível que todos esses seres ingentes eram os fogos sagrados personificados dos poderes mais ocultos da Natureza.
Essa foi a Idade o fissiparismo, aquelas criaturas se reproduziam mediante o acto sexual fissíparo, “segundo se tem visto na divisão da célula nucleada, onde o núcleo se divide en dos subnúcleos, os quais se multiplicam como entidades independentes”.
Naqueles seres andróginos (elementos masculino e feminino perfeitamente integrados) a energia sexual operava de forma diferente à atual, e em determinado momento o organismo original do pai-mãe se dividia em duas metades exatas, multiplicando-se para o exterior como entidades independentes, processo similar à multiplicação por bipartição ou divisão celular. O filho andrógino sustentava-se por um tempo de seu pai-mãe. Cada um desses acontecimentos da reprodução original, primeva, era celebrado com rituais e festas.
Inquestionavelmente, a Ilha Sagrada, morada do primeiro homem do último mortal divino, ainda existe na quarta dimensão como insólita morada dos Filhos do Crepúsculo, Pais Preceptores da humanidade.
Terra do amanhecer, mansão imperecedoura, celeste paraíso de clima primaveral por ali, nos mares ignotos do Polo Norte.
Magnífico luzeiro no Setentrião, esse Éden da quarta coordenada, continente firme em meio ao grande oceano.
“Nem por terra nem por mar se consegue chegar à Terra Sagrada”, repete veementemente a tradição helénica. “Só o voo do espírito pode conduzir a ela”, dizem com grande solenidade os velhos sábios do mundo oriental.
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SEGUNDA RAÇA-RAIZ OU HIPERBÓREA

Essa raça apareceu no cenário terrestre como resultado das incessantes transformações que, através do tempo a 1ª Grande Raça Raiz experimentou. Habitou as regiões boreais que como ferradura continental circundam a Calota Polar Norte, ocupando o actual norte da Ásia, Gronelândia, Suécia, Noruega etc., estendendo-se até as Ilhas Britânicas.
Essa foi uma época de variadíssimas mutações na Natureza. Grande diversidade de espécies foi gestada no tubo de ensaio da Natureza, cujos 3 Reinos ainda não estavam de todo diferenciadas. O clima era tropical e a terra coberta de grande vegetação.
O ser humano continuava sendo andrógino, reproduzindo-se por brotação, sistema que continua ativo nos vegetais.
É impossível encontrarem-se restos das primeiras Raças primevas porque a Terra estava constituída de protomatéria, semietérica e semifísica. Só nas Memórias da Natureza os grandes clarividentes podem estudar a história dessas Raças.
TERCEIRA RAÇA-RAIZ OU LEMURIANA
Dessa segunda classe de andróginos divinos procedeu-se por sua vez a terceira Raça-raiz, os Duplos, gigantes hermafroditas, colossais, imponentes. A civilização lemúrica floresceu maravilhosa no continente Mu ou Lemúria, vulcânica terra no Oceano Pacífico.
O planeta chegou a um alto grau de materialidade, próprio desta Ronda físico-química. Como todas as formas de então existentes na Terra, o homem era de estatura gigantesca.
A reprodução era por geração ovípara, produzindo como seres hermafroditas, e, mais tarde, com o predomínio de um só sexo, até que por fim nasceram nasceram do ovo machos e fêmeas. Na quinta sub-raça lemuriana [pois cada grande Raça é formada de 7 sub-raças], começa o ovo a queda e retida no seio materno, e a criatura nasce débil e desvalida. Por último, na sexta e sétima sub-raças já é geral a geração por ajuntamento de sexos.
A reprodução sexual se fazia então sob a direção dos Kummaras, seres divinais que regiam os templos. Porém, na segunda metade do período lemúrico, começaram a fornicar, ou seja, a desperdiçar o esperma sagrado, ainda que tão só o faziam para dar continuação da espécie. Então, os Deuses castigaram a humanidade pecadora (Adão-Eva), expulsando-os para fora do Éden paradisíaco, a Terra Prometida, onde os rios de água pura de vida manam leite e mel.
O ser humano expressava-se na Linguagem Universal, o seu Verbo tendo poder sobre o fogo, o ar, a água e a terra. Podia perceber a aura dos mundos no espaço infinito, e dispunha de maravilhosas faculdades espirituais que foi perdendo, como consequência do Pecado Original.
Esta foi uma época de instabilidade na superfície terrestre, devido à constante formação de vulcões e de novas terras. Ao final, por meio de 10 mil anos de gigantescos terremotos e maremotos, o gigantesco continente Mu foi se desmembrando e fundindo-se nas ondas do Oceano Pacífico. Encontramos seus vestígios na Ilha de Páscoa, Austrália, na Oceania etc.
“Muito se tem discutido sobre o Paraíso Terreno”.
“Realmente, esse Paraíso existiu e foi o continente da Lemúria, situado no Oceano Pacífico. Essa foi a primeira terra seca que houve no mundo. A temperatura era extremamente quente.”
“O intensíssimo calor e o vapor das águas nublavam a atmosfera e os homens respiravam por guelras, como os peixes.”
“Os Homens da Época Polar e da Época Hiperbórea e princípios da Época Lemúrica eram hermafroditas e se reproduziam como se reproduzem os micróbios hermafroditas. Nos primeiros tempos da Lemúria, a espécie humana quase não se distinguia das espécies animais; porém, através de 150 mil anos de evolução os lemurianos chegaram a um grau de civilização tão grandiosa que nós, os Ários, estamos ainda muito distantes de alcançar.
Essa era a Idade de Ouro, essa era a idade dos Titãs. Esses foram os tempos deliciosos da Arcádia. Os tempos em que não existia o meu ou o teu, porque tudo era de todos. Esses foram os tempos em que os rios manavam leite e mel.
A imaginação dos homens era um espelho inefável onde se refletia solenemente o panorama dos céus estrelados de Urânia. O homem sabia que sua vida era vida dos Deuses, e ele que sabia dedilhar a Lira estremecia os âmbitos divinos com suas deliciosas melodias. O artista que manejava o cinzel se inspirava na sabedoria eterna e dava a suas delicadas esculturas a terrível majestade de Deus.
Oh! A Época dos Titãs, a época em que os rios manavam leite e mel…
Os Lemures foram de grande estatura e tinham ampla fronte, usavam simbólicas túnicas, branca à frente e preta atrás, tiveram naves voadoras e aparelhos propulsionados a energia atómica, iluminavam-se com energia atómica, e chegaram a um altíssimo grau de cultura. (Em nosso livro O Matrimónio Perfeito falamos amplamente sobre este particular.)
Esses eram os tempos da Arcádia: o homem sabia escutar, nas sete vogais da Natureza, a voz dos Deuses, e essas sete vogais (I-E-O-U-A-M-S) ressoavam no corpo dos Lemures, com toda a música inefável dos compassados Ritmos do Fogo.
“O corpo dos Lemurianos era uma harpa milagrosa onde soavam as sete vogais da Natureza com essa tremenda euforia do Cosmo.
Quando chegava a noite, todos os seres humanos adormeciam como inocentes criaturas no seio da Mãe Natureza, afagados pelo canto dulcíssimo e comovedor dos Deuses, e quando a aurora raiava, o Sol trazia diáfanas alegrias e não tenebrosas penas.”
“Os casais da Arcádia eram matrimónios gnósticos. O homem só efectuava o conúbio sexual sob as ordens dos Elohim, e como num sacrifício no Altar do matrimónio para brindar corpos às almas que necessitavam reencarnar-se. Desconhecia-se por completo a fornicação e não existia a dor no parto.
Através de muitos milhares de anos de constantes terremotos e erupções vulcânicas, a Lemúria foi fundindo-se nas embravecidas ondas do Pacífico. Em tempo, surgia do fundo do oceano o Continente Atlante.”


QUARTA RAÇA-RAIZ OU ATLANTE

Depois que a humanidade hermafrodita se dividiu em sexos opostos, transformados pela Natureza em máquinas portadoras de criaturas, surgiu a quarta Raça-Raiz sobre o geológico cenário atlante localizado no oceano que leva seu nome.
Foi engendrada pela terceira Raça há uns 8 milhões de anos, cujo fim o Manu da quarta Raça escolheu dentre a anterior os tipos mais adequados, a quem conduziu à imperecedoura Terra Sagrada para livrá-los do cataclismo lemuriano.
A Atlântida ocupava quase toda a área atualmente coberta pela parte setentrional do Oceano Atlântico, chegando pelo NE até a Escócia, pelo NO até o Labrador e cobrindo pelo Sul a maior parte do Brasil.
Os atlantes – de estatura superior à atual – possuíram uma alta tecnologia, a que combinaram com a magia, porém, ao final degeneraram-se e foram destruídos.
H. P. Blavatsky, referindo-se à Atlântida, diz textualmente em suas Estâncias antropológicas:
“Construíram templos para o corpo humano, renderam culto a homens e mulheres. Então, cessou de funcionar o terceiro olho (o olho da intuição e da dupla visão). Construíram enormes cidades, lavrando suas próprias imagens segundo seu tamanho e semelhança, e as adoraram…
Fogos internos já haviam destruído a terra de seus pais (a Lemúria) e a água ameaçava a Quarta Raça (a Atlântida).
Sucessivos cataclismos acabaram com a Atlântida, cujo final foi reconstituído em todas as tradições antigas como o Dilúvio Universal.”
A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de câmbios geológicos. Emergiram do seio profundo dos mares outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes.

QUINTA RAÇA-RAIZ OU ÁRIA

Já há 1 milhão de anos que o Manu Vaivasvata (o Noé bíblico) selecionou de entre a sub-Raça protossemítica da Raça Atlante as sementes da quinta Raça-Mãe e as conduziu à imperecedoura Terra Sagrada. Idade após idade, foi modelando o núcleo da humanidade futura. Aqueles que lograram cristalizar as virtudes da Alma acompanharam o Manu em seu êxodo à Ásia Central, onde morou por longo tempo, fixando ali a residência da Raça, cujos galhos haveriam de ramificar-se em diversa direções.
Eis agora as sete sub-raças ou galhos do tronco ário-atlante:
primeira sub-raça se desenvolveu no Planalto Central da Ásia, de forma mais concreta na região do Tibet, e teve uma poderosa civilização esotérica.
segunda sub-raça floresceu no sul da Ásia, na época pré-védica, e então foi conhecida a sabedoria dos Rishis do Hindustão, os esplendores do antigo Império Chinês etc.
terceira sub-raça se desenvolveu maravilhosamente no Egito (de direta ascendência atlante), Pérsia, Caldeia etc.
quarta sub-raça resplandeceu com as civilizações da Grécia e de Roma.
quinta sub-raça foi perfeitamente manifestada na Alemanha, Inglaterra e outros países.
sexta sub-raça resultou da mescla dos espanhóis e portugueses com as raças autóctones da América.
sétima sub-raça está perfeitamente manifestada no resultado de todas essas mesclas de diversas raças, tal como hoje o podemos evidenciar no território dos Estados Unidos.
Nossa atual Raça finalizará com um grande cataclismo.
A Sexta Raça (Raça Koradhi) viverá em uma Terra transformada (a Quinta Ronda, ou Etérica; leia o texto sobre as Rondas Planetárias) e a sétima será a última. Depois dessas Sete Raças, a Terra se converterá em uma nova lua.

Saúde e Energia: Matsyendrasana – a posição detox do yoga


Precisamos de desintoxicar quando temos um determinado tom de verde alface e amarelo pálido nas faixas de saúde da aura.

Podemos ajudar praticando a posição Matsyendrasana que é inspirada no avatar-peixe (Matsya) que deu início à nossa raça-raiz e no deus Indra que é o deus hindu dos ventos e também dos Céus.


Estas cores têm a ver com alterações dos elementos água e ar. Pode ser a mente inquieta o que produz o verde alface e também de emoções reprimidas como a raiva que produz o amarelo pálido.

Do ponto de vista puramente energético (chakra solar ou faixa do plexo solar), existe uma expansão deste chakra quando se faz posturas de torção o que descontrai e liberta tensões.

A MTC diz…

Na MTC a cor verde é atribuída ao órgão Fígado e o amarelo ao Baço.

Segundo o Nei Jing, o Fígado é o “órgão palácio” do Vento e gosta da temperança e do relaxamento. O Baço gosta da secura e é a residência do pensamento equilibrado. Embora seja o Rim o órgão que pertence ao elemento água, é o Baço o responsável por metabolizar a humidade do organismo.

O bloqueio do fluxo de energia do Fígado é consequência de problemas comportamentais psicoafectivos, como a raiva, uma grande tristeza ou frustração perante um desejo não satisfeito, que levam à perda da função de moderação deste órgão (e a mais inquietação, depressão, alterações de humor, cólera, ansiedade, etc.), o que também provoca o enfraquecimento do Baço e a acumulação de água no organismo (diarreia, problemas digestivos, fadiga, edemas, etc.).

Os passeios na natureza são um bálsamo que ajudam a manter o fluxo do Qi do Fígado harmonioso, assim como exercício físico suave (Tai Chi, Qi Gong, ioga), fazer acupuntura, dançar (sem competição), massagens, mexer em plantas num jardim, levar a vida com mais leveza, não se preocupar tanto e evitar ressentimentos perdoando a si mesmo e aos outros ….

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Saúde e Energia: O aterramento energético – causas, sintomas e cura


A necessidade de Aterramento – causa: falta do elemento Terra

Normalmente procuramos “aterrar” quando sentimos a cabeça no ar ou falta de estrutura. A falta do elemento Terra provoca vários sintomas físicos tais como tonturas, fraqueza nos joelhos e um sentimento geral de “estar no ar”. Claro que o elemento ar é que está a compensar a deficiência do elemento terra.

As origens profundas desta condição física

Não é por acaso que, por exemplo, o signo de Capricórnio, regido por Saturno, é um signo do elemento terra com uma missão estrutural. 
Cada signo tem associado um órgão ou parte do corpo físico e ao signo Capricórnio são os joelhos.
Lembro-me de quando tive cancro, depois de todos os tratamentos e durante algum tempo, tive fraqueza nos joelhos. Às vezes, até caía porque sentia como que uma falha na região dos rins que se propagava pela parte de trás da coxa até aos joelhos que por sua vez falhavam.
Resolvi isto com fitoterapia, que me equilibrou não apenas os rins e, por arrasto os joelhos, como o corpo todo.

Mas como funciona o aterramento energético?

É através da armadura energética, do chakra dos joelhos (crono chakra) e da ligação perfeita entre ambos que fazemos o aterramento.



Como este é um artigo escrito a duas mãos, deixo-vos com a opinião de uma médica de MTC (medicina tradicional chinesa).

A visão da MTC sobre …

Para a MTC a Terra corresponde ao órgão Baço que é responsável por alimentar a energia do Rim. Ele é a "boca" do Rim. Nascemos com uma espécie de bateria (energia do Rim) para viver determinados anos, mas a longevidade está sempre dependente da manutenção que fazemos dessa nossa potência original, herdada dos nossos pais. Os Chineses antigos chamavam-lhe o Cofre de Ouro. Apesar de irmos gastando parte da nossa riqueza vai havendo sempre energia reposta, que o Baço nos fornece a partir dos alimentos e da água, que permite manter umas poupanças para vivermos o que era suposto de início. Os químicos dos medicamentos como os usados na quimioterapia delapidam rapidamente o Cofre de Ouro e podem causar sintomas como tonturas, sensação de cabeça vazia, fraqueza lombar e dos joelhos, entre muitos outros.


Como podemos fazer para não gastarmos o nosso tesouro rapidamente? O segredo dizem os antigos sábios é SER FELIZ! Dormir bem, respirar bem, fazer uma alimentação saudável e exercício físico suave e moderado, evitarmos preocupações e emoções extremas e refrear os impulsos sexuais exagerados.

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Posted by Auras, Cores e Números on Sábado, 11 de Julho de 2015

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"Se não existe vida fora da Terra, então o universo é um grande desperdício de espaço."- Carl Sagan
Posted by Auras, Cores e Números on Sábado, 29 de agosto de 2015

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