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Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Algumas considerações sobre a visualização espontânea de auras



Tenho recebido muitos e-mails sobre o mesmo assunto: a visualização espontânea de auras.

Não existe nada de extraordinário nisto. Afinal é um blog sobre auras… O que me “incomoda” é a maior parte das pessoas parecer assustada com isso.

Quero dizer aqui de forma veemente que não há nada a temer. Não há nenhum motivo para termos medo.

Na verdade, a visualização de energia e, mais especificamente, de auras é tão natural como respirar. E, por isso, quando a nossa pineal é activada pela energia do kundalini, que sobe dos chakras inferiores até ao chakra frontal, o mais natural é que a nossa visão mude. E ao mudar fica mais refinada porque vai existir uma nova ligação sináptica entre os olhos e o hipotálamo.

O hipotálamo tem duas glândulas, a pineal e a pituitária, que se ligam respectivamente aos olhos e ao sistema otorrino laríngeo (ouvidos, nariz e boca) de modo que temos mais 5 sentidos activados de uma só vez.

Por cada subida, e descida, da kundalini temos um refinamento destes sentidos por isso os estudiosos do esoterismo falam em 7 pares de olhos, sete pares de ouvidos e sete narizes e bocas (o gosto e o tacto pertencem à boca por causa da língua).

Por exemplo, com o refinamento do nariz, podemos detectar doenças só por cheirarmos alguém… tal como os nossos irmãos cães o fazem. Refiro isto porque sei, só por cheirar alguém, o estado de alma dessa pessoa, ou seja, a emoção que essa pessoa tem “cultivado” ultimamente.

Sobre a visão: é o nosso sentido mais forte porque a maior parte das pessoas é mais visual que auditiva mas existem pessoas mais auditivas do que visuais.

Tenho alguns alunos do Curso de Visualização de Auras, e até do Curso de Raja Yoga, que são assim. Isto pode ter como efeito secundário ouvirem sons quando observam auras.

Se uma pessoa for mais sensitiva vai ter o sentido do tacto mais desenvolvido e um efeito secundário da observação de auras pode ser sentir as cores, sem ver… ou até mais extremamente: sentir um gosto diferente na boca quando se observa alguém… J

Eu uso todos os meus sentidos quando observo auras, seja à distância, seja presencialmente.

À distância uso só os sentidos mais refinados, como devem calcular, e às vezes até prefiro porque assim não sou distraída pelo mundo material.

Cada um dos sete níveis dos 5 sentidos vai assim observar 7 corpos que formam a raça Humana.

Sobre o medo e o susto de começar a ver outras coisas… Nós já vemos o mundo material graças à aura de um Grande Ser: o Sol.

E ninguém se alarma quando vê essa aura pois é graças a ela que a Luz existe e nos deixa andar por este mundo sem colidirmos uns com os outros.

Quem não vê, por uma deficiência física, desenvolve sempre outros sentidos que de certo modo substituem os olhos físicos mas é sempre usada a mesma banda de frequências do espectro electromagnético que o sol nos fornece todos os dias e noites (existe sempre alguma luz).

Nós somos à semelhança do sol seres emissores de luz, somos um dos centros do universo e a nossa centelha divina só nos pede evolução e domínio sobre a matéria de forma que a consigamos vislumbrar.

E é por isso que, embora se possa ver auras sem preparo ético e evolução espiritual, é preciso que a primeira coisa que as pessoas sintam em termos de consciência seja que os dons não nos pertencem como indivíduos mas pertencem, isso sim, à Alma Universal.

Como tal devem servir os outros seres e nunca os interesses pessoais.

A segunda coisa, que deveria ser objecto da nossa consciência, seria o sentimento de unidade da energia e da matéria e isto é evidente para mim, espero que venha a ser para vós também…

Quando chegamos ao pé de alguém, conhecido ou desconhecido, a primeira coisa que acontece é a interpenetração dos campos áuricos. Este conhecimento muito íntimo, quase sempre inconsciente, é o responsável por gostarmos ou rejeitarmos imediatamente alguém.

Mas isso em vez de levar à separação deveria levar à conclusão lógica de que: o que fazemos é como cheirar um determinado objecto. Sabiam que para cheirarmos algo temos de aspirar algumas partículas desse objecto?

Então, para percebermos a aura de alguém temos de recolher partículas áuricas e em troca damos algumas nossas, porque a natureza é sábia e equitativa e nós obedecemos às suas leis instintivamente.

Em vez de ficarem aterrorizados com tal coisa reflictam comigo: isto só mostra que a matéria e a energia são uma só. Até confirma o que disse Einstein há 100 anos atrás… (é um bocado de presunção da minha parte mas tenho a honra de confirmar o Sr. Einstein de quem sou, aliás, fã). J

Então a maior conclusão que devemos tirar do simples facto de ver auras é: SOMOS TODOS UM.

O medo que possam ter já saiu pela janela a esta hora, espero eu… Há pessoas muito medrosas que têm medo da sua própria sombra…e a sombra é o corpo astral…rsrs

O que me leva à última consideração: - aquilo que vemos é compatível com aquilo que somos no aspecto energético.

É por isso que se tivermos uma energia densa devido a factores como a saúde, o estilo de vida, etc, vamos ver mais energia parada…

Mesmo assim não há nada que temer… um bom exemplo de energia parada são as pedras e nós mesmo assim amamos cristais, não é mesmo?

Esforcem-se sim por servir os outros, serem sempre amáveis e prestáveis…isso vai aclarar a vossa aura e permitir-vos ver estrelas e flores etéricas.


A Terra é bela nos planos materiais mas nos planos etéricos ainda é mais bela. É algo porque ansiar e esperar, não acham?


Paz e Amor
Curadora64

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2 comentários:

Argelita Ferreira disse...

Muito interessante. Desconhecia totalmente a parte da utilização dos outros sentidos.

Curadora64 disse...

É pouco conhecido mas é real e cada vez mais gente o comenta. :)

<3

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